Haddad e analista de economia da CNN. Fotos: Reprodução. Arte: Portal de Prefeitura
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), protagonizou uma discussão com a analista de economia da CNN Brasil, Thais Herédia, durante uma entrevista transmitida ao vivo na sexta-feira, 17 de janeiro. O embate ocorreu após uma pergunta incisiva da jornalista, que abordou a credibilidade e a confiança no governo. (veja vídeo abaixo)
Herédia questionou diretamente:
"(…) Eu quero tocar especificamente no que a gente está vendo nos últimos meses. [Vou] Fazer uma pergunta sincera para o senhor. O que está acontecendo, ministro? De setembro pra cá, o governo parece ter perdido a rédea. O que vocês falam, a população não acredita, vide a crise do Pix. O que vocês fazem, o mercado financeiro não acredita, o investidor não acredita, vide taxa de juros que o tesouro está pagando para financiar a dívida. O que está acontecendo? A crise de confiança escalou pra credibilidade. Como é que vocês vão sair disso?"
A pergunta deixou Haddad visivelmente desconfortável. Em resposta, ele fez críticas à emissora e, de maneira mais ampla, à imprensa:
"Provocativamente eu vou te responder: o que vocês fazem, a população também não acredita. Porque vocês ficaram aqui a semana inteira dizendo que era mentira a questão do Pix, e a população preferiu acreditar num mentiroso do que acreditar…", afirmou o ministro, antes de ser interrompido por Herédia.
A analista rebateu defendendo o papel da emissora e da imprensa:
"Sim, eu entendo. Mas a política pública não é nossa."
Haddad respondeu com ironia:
"Mas deixa eu te responder. Você não fez a pergunta? Se você quiser complementar."
Após se desculpar pela interrupção, Herédia reiterou que “a política pública não é da imprensa”. O ministro, então, concluiu:
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A condenação pelo crime previsto no artigo 129, § 13, do Código Penal foi confirmada, por unanimidade, pela Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL).
A Corte enfrenta uma crise institucional sem precedentes, com a divulgação recíproca de relatórios comprometedores e pedidos mútuos de investigação.
O número de indicações ainda poderá aumentar caso algum outro magistrado opte por se aposentar antes da idade compulsória.
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