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Guilherme Boulos aciona JUSTIÇA contra Nikolas Ferreira após vídeo POLÊMICO sobre taxação do pix

Na gravação, o deputado do PL sugere que as mudanças no monitoramento das transações eletrônicas teriam o intuito de cobrar imposto de renda.

15 de janeiro de 2025 às 17:34   - Atualizado às 17:57

Boulos e Nikolas

Boulos e Nikolas Foto: divulgação

O deputado Guilherme Boulos, do PSOL, afirmou que vai levar o deputado Federal Nikolas Ferreira PL à Justiça por causa do vídeo divulgado pelo congressistar sobre as regras de monitoramento do Pix.

Boulos disse que Nikolas terá que “responder na Justiça” pelas “mentiras” divulgadas sobre o Pix.

Em sua publicação, Nikolas Ferreira levanta a possibilidade, por exemplo, de o governo vir a taxar no futuro essa forma de pagamento.

“Estou entrando hoje com ação judicial contra Nikolas Ferreira pelas fake news que espalhou sobre o Pix. Como todo bolsonarista, é um covarde. Fugiu do debate. Vamos ver se agora vai fugir do oficial de Justiça”, disse Boulos.

Como mostrou a coluna Igor Gadelha, a publicação de Nikolas sobre o Pix tem tirado o sono do governo Lula. A postagem do deputado bolsonarista já superou a marca de 100 milhões de visualizações.

Na gravação, Nikolas sugere que as mudanças no monitoramento das transações eletrônicas pela Receita Federal teriam o objetivo de cobrar Imposto de Renda (IR) de quem movimenta valores cuja origem não esteja comprovada.

O governo federal nega qualquer relação entre o controle da Receita e a cobrança de IR.

Receita federal nega que vai taxar movimentações financeiras no pix

O reforço na fiscalização de transferências via Pix e cartão de crédito não significa criação de impostos, esclareceu a Receita Federal.

Em comunicado, o Fisco desmentiu informações falsas que circularam nas redes sociais nos últimos dias sobre cobrança de imposto para transferências digitais.

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Em 1º de janeiro, entraram em vigor as novas regras da Receita Federal para a fiscalização de transferências financeiras.

A principal mudança foi a extensão do monitoramento de transações financeiras às transferências Pix que somam pelo menos R$ 5 mil por mês para pessoas físicas e R$ 15 mil para pessoas jurídicas.

Além das transações Pix, esses limites também valem para as operadoras de cartão de crédito e as instituições de pagamento, como bancos digitais e operadoras de carteiras virtuais.

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