Ministros do TST. Foto: Divulgação
O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu renovar parte de sua frota e destinou R$ 10,39 milhões para a compra de 30 carros novos. O modelo escolhido foi o Lexus ES 300H, um sedã híbrido que combina motor a combustão e elétrico.
Cada veículo saiu por R$ 346,5 mil, e todos serão utilizados pelos ministros da Corte, em Brasília. A aquisição, formalizada em agosto, aumentou o número de automóveis disponíveis de 27 para 30.
O Lexus ES 300H oferece 211 cavalos de potência e se enquadra na categoria de sedãs de luxo. Segundo o TST, a escolha seguiu as regras estabelecidas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e normas internas que determinam a substituição de veículos considerados “inservíveis” após sete anos de uso.
A Corte afirmou que parte da frota já havia atingido esse prazo, o que justificou a renovação.
Antes de bater o martelo, o setor responsável analisou outros modelos, como Honda Accord, BYD Seal e Toyota Camry. No entanto, o Lexus acabou sendo a opção final porque, de acordo com o estudo técnico, o valor ficou abaixo do orçamento previsto para a compra.
O documento que fundamenta a decisão também aponta que a medida está alinhada ao Plano Estratégico Institucional 2021-2026. Nele, um dos objetivos é “reforçar a imagem do TST perante a sociedade”.
Os carros foram adquiridos por meio de uma concessionária de Brasília. A Corte não informou se houve negociação para reduzir o preço das unidades, mas destacou que o processo seguiu todos os trâmites exigidos.
A renovação da frota acontece poucos dias depois de outra medida que também chamou atenção. Na semana passada, o TST confirmou a contratação de um serviço de sala VIP no aeroporto de Brasília.
O contrato, no valor de R$ 1,5 milhão e válido por dois anos, prevê o uso do espaço por ministros e servidores. Segundo a Corte, o objetivo é garantir mais segurança e evitar a aproximação de pessoas consideradas inconvenientes nos momentos de embarque e desembarque.
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O parlamentar relembrou a polêmica envolvendo o certame para procurador, conhecida como caso do "fura-fila".
O levantamento considera solicitações já registradas no sistema da Casa e não inclui o pedido anunciado recentemente pelo Partido Novo.
Por que, em vez de você ficar vendendo, se aproveitando da miséria das pessoas, você não usa para qualificar essas pessoas?", questionou o senador.
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