09 de dezembro de 2023 às 11:16
Na manhã desta sexta-feira (08), o pastor bolsonarista, Dirlei Paiz, foi liberado por ordem do Supremo Tribunal Federal (STF).
O religioso foi detido em meados de agosto durante a 14ª fase da Operação Lesa Pátria, que investiga os acontecimentos do dia 8 de janeiro em Brasília. Na ocasião, ele ocupava o cargo de coordenador político no gabinete do presidente da Câmara de Blumenau, Almir Vieira (PP).
Para a liberação do pastor bolsonarista, Dirlei Jairo Santos, algumas condições foram estabelecidas. De acordo com o advogado de defesa, o pastor terá que usar uma tornozeleira eletrônica e se apresentar semanalmente no Fórum da Comarca de Blumenau. Adicionalmente, foi determinado que ele não poderá fazer uso das redes sociais e estará proibido de deixar o país.
No dia dos atos, ele publicou um vídeo enaltecendo as ações dos radicais. “Vai ficar para a história o dia que o povo brasileiro invadiu Brasília e deu um recado para esse povo esquerdalha entender que não é tudo que eles podem fazer”, disse.
O pastor se apresenta como uma figura influente ligada ao apoio a Bolsonaro e possui diversos vídeos nos quais aborda a logística dos ônibus que partiram de Blumenau, em Santa Catarina, com destino a Brasília.
Da redação do Portal com Informações do FuxicoGospel
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Aline foi apontada como uma das organizadoras de caravanas para Brasília, com "objetivo declarado" de "abolição do Estado Democrático de Direito e a deposição do governo legitimamente constituído".
Na representação, o ministro apontou a suspeita de indícios de crime em uma publicação feita pelo ex-governador de Minas, que deixou o cargo em março para ser pré-candidato à Presidência da República.
De acordo com fontes do STF, o relator tem liberado documentos sigilosos aos advogados nos casos em que o acesso não prejudique a investigação
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