Ex-presidente, Jair Bolsonaro. Foto: Fábio Rodrigues/Agência Brasil
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) negou dois recursos da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro e confirmou a decisão de reter seu passaporte e proibir sua comunicação com outros investigados.
A medida foi tomada em um inquérito que investiga uma suposta tentativa de golpe de Estado pelo ex-presidente e seus associados.
O ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, declarou que a retenção dos passaportes é necessária para prevenir a fuga do país, especialmente diante do progresso das investigações da Polícia Federal sobre suas ações.
"O desenrolar dos fatos já demonstrou a possibilidade de tentativa de evasão dos investigados, intento que pode ser reforçado a partir da ciência do aprofundamento das investigações que vêm sendo realizadas", afirmou Moraes em seu voto pela rejeição dos recursos de Bolsonaro.
Moraes também considerou inapropriado devolver o passaporte ao ex-presidente neste estágio do processo. Além disso, enfatizou a importância da proibição de comunicação para evitar interferências indevidas nas investigações.
A Polícia Federal espera concluir em novembro a investigação sobre o envolvimento do ex-presidente e seus aliados na tentativa de golpe que levou aos ataques de 8 de janeiro de 2023.
O relatório final deve incluir novas mensagens encontradas nos dispositivos eletrônicos dos investigados, que corroboram seu envolvimento na conspiração discutida no Palácio da Alvorada após as eleições de 2022, onde Bolsonaro foi derrotado por Lula (PT).
Depoimentos revelaram reuniões entre autoridades para planejar o golpe de Estado no Brasil. Este relatório encerrará o inquérito sobre as milícias digitais.
A maioria dos ministros da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, na últina sexta-feira, 18 de outubro, rejeitar um recurso do ex-presidente Jair Bolsonaro para derrubar a decisão que negou arquivamento o inquérito sobre suposto vazamento de informações sigilosas da Polícia Federal (PF).
O caso trata da transmissão, ao vivo pelas redes sociais, realizada em agosto de 2021, na qual o ex-presidente divulgou informações sobre o inquérito da PF que apura a invasão aos sistemas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em 2018.
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O ministro do STF também disse que os servidores do Supremo "permaneceram vigilantes" em relação à preservação da democracia.
Flávio anunciou que, se for eleito, vai conceder indulto ao próprio pai. Portanto, uma eventual decisão do ministro anteciparia e daria ainda mais poderes para o senador, caso eleito.
A cabelereira foi condenada pelos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, deterioração do patrimônio tombado e associação criminosa armada.
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