O ministro atendeu o pedido da PF para prender o ex-presidente, que avaliou que ato convocado por Flávio Bolsonaro representava risco para participantes e agentes policiais.
Jair Bolsonaro e Alexandre de Moraes. Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes convocou a Primeira Turma do STF para sessão virtual extraordinária na próxima segunda-feira, 24 de novembro, para referendar a decisão que levou à prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Bolsonaro foi preso na manhã deste sábado, 22, a pedido da Polícia Federal, e levado para a Superintendência da PF, onde ficará em uma sala de Estado, espaço reservado para autoridades como presidentes da República e outras altas figuras públicas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-presidente Michel Temer também ficaram detidos em salas da PF.
A organização tomou a decisão após o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) convocar uma vigília em apoio ao ex-presidente na proximidade do condomínio Solar de Brasília 2, onde Bolsonaro estava em prisão domiciliar. A PF avaliou que o ato representava risco para participantes e agentes policiais.
A decisão de Moraes sinaliza ainda que Bolsonaro violou o uso da tornozeleira eletrônica nesta madrugada e tinha "elevado risco de fuga".
A defesa de Bolsonaro afirmou que ainda não sabe os motivos da prisão preventiva e que esta tentando ter acesso ao pedido da PF a Moraes.
Estadão Conteúdo
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O julgamento foi concluído em 16 de dezembro, mas as defesas apresentaram recursos, que não prosperaram, para tentar reverter as condenações.
Em sua decisão, Zanin afirma que ela tem a altura exigida pelos precedentes da Corte e que sua aprovação prévia em testes físicos demonstra aptidão funcional.
Aline foi apontada como uma das organizadoras de caravanas para Brasília, com "objetivo declarado" de "abolição do Estado Democrático de Direito e a deposição do governo legitimamente constituído".
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