Declarações de Alexandre Garcia voltaram a repercutir nas redes sociais após desdobramentos de uma audiência no Senado dos EUA envolvendo o médico Anthony Fauci, figura central na resposta sanitária americana à pandemia.
Jornalista afirma que médico americano enganou o mundo sobre uso da ivermectina contra o Covid Foto: Reprodução
Declarações de Alexandre Garcia voltaram a repercutir nas redes sociais após desdobramentos de uma audiência no Senado dos Estados Unidos envolvendo o médico Anthony Fauci, figura central na resposta sanitária americana à pandemia de Covid-19.
Em sua análise, o jornalista destacou que Fauci invocou a Quinta Emenda da Constituição dos Estados Unidos, que garante o direito de permanecer em silêncio para não se autoincriminar, ao responder a questionamentos de senadores americanos. Para Garcia, o episódio revelaria uma tentativa de ocultar informações sobre tratamentos precoces.
"Mostraram todas as informações que ele já tinha sobre a ivermectina ser eficaz contra a Covid, mas ele preferió tocar a terapia genética e deixar as pessoas serem entubadas, hospitalizadas, quando não precisavam de nada disso", afirmou o jornalista em seu comentário.
Garcia também ironizou uma suposta anistia preventiva concedida ao médico antes da saída de Joe Biden da presidência dos Estados Unidos, questionando os motivos de tal medida. Na visão do comentarista, a postura adotada pelas autoridades de saúde e repetida por parte da imprensa gerou consequências graves e desnecessárias durante a crise sanitária.
"No Brasil tivemos todos esses papagaios do Fauci, inclusive no jornalismo, repetindo tudo o que ele dizia lá. Que vergonha! Pior ainda, porque disso resultou muita morte", declarou.
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Durante a pandemia de Covid-19, o debate sobre o uso de medicamentos preventivos e tratamentos precoces ganhou enorme proporção nas redes sociais e na imprensa. Entre as substâncias mais discutidas esteve a iververmectina, um medicamento antiparasitário amplamente utilizado na medicina humana e veterinária contra vermes e parasitas.
Apesar da popularidade que o fármaco alcançou em diversos países, incluindo o Brasil, as principais autoridades de saúde, agências reguladoras e sociedades médicas do mundo inteiro convergiram para um ponto: a ivermectina não era recomendada para a prevenção ou o tratamento da Covid-19.
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