Vacina da Pfizer contra a covid-19. Foto: Divulgação
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), determinou a atualização da composição das vacinas contra covid-19 utilizadas no Brasil. A medida, publicada na quinta-feira, 9 de julho, no Diário Oficial da União (DOU), tem como objetivo melhorar a proteção contra as variantes do SARS-CoV-2 que circulam atualmente no País.
Pelas novas regras, os imunizantes deverão ser monovalentes, ou seja, direcionados a uma única linhagem do vírus, e conter preferencialmente a variante LP.8.1. Também poderão ser utilizados antígenos derivados da cepa JN.1, como XFG e NB.1.8 1, desde que demonstrem capacidade de neutralizar as variantes em circulação.
A norma também estabelece um período de transição. As vacinas produzidas e registradas antes da atualização, assim como os lotes já distribuídos, poderão ser aplicadas por até nove meses após a aprovação das novas formulações pela Anvisa. Depois desse prazo, seu uso ficará proibido, salvo manifestação expressa da agência.
Renato Kfouri, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), explica que o coronavírus sofre mutações constantes, assim como o vírus da gripe. Por isso, quanto mais semelhante for a variante utilizada na formulação da vacina em relação à que está circulando, maior tende a ser a proteção oferecida pelo imunizante.
Segundo Kfouri, tanto a LP.8.1 quanto a JN.1, XFG e a NB.1.8.1 são subvariantes da Ômicron. Elas foram identificadas por meio de sequenciamento genômico e representam as linhagens atualmente em circulação.
Como as novas variantes tendem a substituir as anteriores com o passar do tempo, é necessária a atualização periódica das vacinas. Mas isso não significa que os imunizantes atuais deixaram de funcionar. As vacinas continuam protegendo principalmente contra casos graves da doença, ressalta Kfouri.
O objetivo da atualização é aumentar ainda mais a eficácia contra as variantes recentes e manter o melhor pareamento possível entre a vacina e o vírus em circulação.
Estadão Conteúdo
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"A gente não tem como garantir, a gente não tem como saber, mas a gente precisa acreditar", afirmou Mila Seidl.
A farmacêutica britânica avaliou o remédio Etcamah, em combinação com o Ibrance, da Pfizer, como tratamento de primeira linha para pacientes com um tipo de câncer de mama avançado .
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