Marcos Patriota e Raquel Lyra. (Foto: Divulgação)
Na terça-feira, 28 de julho, a governadora e pré-candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), esteve reunida com o ex-prefeito de Jupi por dois mandatos, Marcos Patriota, para renovar a parceria e convocá-lo para compor a chapa do time que transforma Pernambuco do Litoral ao Sertão.
“Tenho a alegria de estar aqui, ao lado do meu amigo Marcos Patriota, lançando sua pré-candidatura a deputado federal. Marcos foi prefeito de Jupi, revolucionou a cidade, e é referência para nós no estado. Coloco seu nome à disposição do nosso partido e de Pernambuco”, ressaltou Raquel.
Marcos recebeu o convite com entusiasmo, e disse que está a postos para cumprir com a missão de ser um dos representantes de Raquel Lyra no Congresso Nacional.
“Governadora, o Agreste precisa ser transformado através das boas práticas. Você vai continuar fazendo com que isso aconteça aqui, e eu, lá em Brasília, trabalharei para trazer mais conquistas para o nosso estado”, afirmou.
O vereador do Recife Osmar Ricardo (PT) anunciou, na terça-feira, 28 de julho, seu licenciamento da Presidência do PT Recife e também do Diretório Nacional do partido para atuar, segundo ele, com independência na campanha de reeleição da governadora Raquel Lyra.
A decisão ocorre após o Partido dos Trabalhadores oficializar apoio ao ex-prefeito do Recife, João Campos (PSB), na disputa pelo Governo de Pernambuco nas eleições de 2026.
Ao comunicar o afastamento das funções partidárias, Osmar Ricardo afirmou que a medida busca evitar conflitos internos dentro da legenda enquanto participa da campanha da atual governadora. Mesmo deixando temporariamente os cargos de direção, o parlamentar segue filiado ao PT.
Em nota divulgada nas redes sociais, o vereador explicou os motivos que o levaram a tomar a decisão e reforçou que discorda da aliança construída pelo partido em Pernambuco para a eleição estadual.
Segundo Osmar Ricardo, sua posição está relacionada à forma como avalia a atuação política do PSB dentro do PT no estado. O vereador também declarou que não acredita que João Campos represente o projeto que considera mais adequado para Pernambuco.
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A corporação também afirmou não ser possível determinar "com máxima certeza" que os R$ 100 mil tenham sido pagos em troca de reportagens contra o ministro Flávio Dino.
Entre as medidas previstas para as instituições estão a suspensão da oferta de vagas vinculadas ao Fies e ao Programa Universidade para Todos (Prouni).
A Corte também estabeleceu que a medida também deve ser aplicada durante as eleições de outubro para combater a violência política de gênero contra as candidatas.
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