Presidente da Coreia do Sul. Foto: Reprodução/TV Globo
Na terça-feira, 14 de janeiro, o presidente afastado da Coreia do Sul, Yoon Suk Yeol, foi preso por tentativa de golpe. A ação foi conduzida pelo Gabinete de Investigação de Corrupção para Altos Funcionários, com apoio de policiais e promotores. A agência de notícias Yonhap confirmou o episódio.
Yoon, que já estava afastado do cargo desde dezembro, é investigado pela tentativa de impor a Lei Marcial em 3 de dezembro, medida que provocou seu impeachment pelo parlamento.
Desde então, ele vinha se recusando a cooperar com as autoridades, permanecendo em sua residência oficial fortemente protegida pelo Serviço de Segurança Presidencial.
Diversas tentativas de execução do mandado já haviam sido frustradas anteriormente devido ao bloqueio de sua equipe de segurança e de apoiadores que faziam barreiras no local.
Esta última operação conseguiu ultrapassar os obstáculos, apesar de confrontos com os apoiadores do presidente afastado. Seus advogados classificaram a prisão como “ilegal e inválida” e prometeram recorrer judicialmente contra a ação. O grupo de aliados de Yoon também argumenta que as medidas contra ele violam a legislação sul-coreana.
O presidente sul-coreano Yoon Suk Yeol declarou Lei Marcial, prometendo eliminar as forças "antiestado" enquanto luta contra uma oposição que controla o parlamento do país e que ele acusa de simpatizar com a Coreia do Norte comunista.
Horas depois, o parlamento votou para revogar a declaração, com o presidente da Assembleia Nacional, Woo Won Shik, declarando que os parlamentares "protegerão a democracia com o povo". Woo pediu que a polícia e os militares se retirassem do recinto da Assembleia.
A atitude surpreendente do presidente remete a uma era de líderes autoritários que o país não via desde a década de 1980, e foi imediatamente denunciada pela oposição e pelo líder do próprio partido conservador de Yoon.
Após o anúncio de Yoon, os militares da Coreia do Sul proclamaram que o parlamento e outras reuniões políticas que pudessem causar "confusão social" seriam suspensas, de acordo com a agência de notícias Yonhap da Coreia do Sul.
Os militares também disseram que os médicos em greve do país devem retornar ao trabalho em 48 horas, disse a Yonhap.
Milhares de médicos estão em greve há meses por causa dos planos do governo de expandir o número de alunos nas faculdades de medicina. Os militares disseram que qualquer um que violar o decreto pode ser preso sem mandado.
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