Bolsonaro e Alexandre de Moraes. Foto: Antônio Augusto/TSE
A Polícia Federal (PF) cumpriu, na manhã desta quarta-feira, 8 de julho, um mandado de busca e apreensão na residência do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em Brasília. A informação foi divulgada pelo advogado de defesa, João Henrique de Freitas, que afirmou ter acompanhado a ação dos agentes no imóvel.
Segundo a defesa, a ordem judicial partiu do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). De acordo com o advogado, os policiais federais tinham como objetivo localizar armas, munições, acessórios e documentos relacionados ao registro desses equipamentos.
"Acabo de sair da residência do Pres. Bolsonaro após acompanhar mais uma busca e apreensão da Polícia Federal, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes. O mandado buscava armas, munições, acessórios e documentos de registro. A defesa já havia informado previamente o paradeiro de todas as armas. Resultado: nada foi encontrado. É lamentável que um ex-presidente da República ainda seja submetido a esse tipo de ação", declarou João Henrique de Freitas.
Ainda conforme o relato da defesa, a equipe da Polícia Federal permaneceu aproximadamente 50 minutos na residência do ex-presidente durante o cumprimento da medida judicial.
Em publicação nas redes sociais, João Henrique de Freitas informou que a defesa já havia comunicado previamente às autoridades o local onde estariam as armas registradas em nome de Jair Bolsonaro. Segundo ele, a diligência terminou sem a apreensão de qualquer material.
Na manifestação pública, o advogado criticou a decisão que autorizou a operação e afirmou que nenhum dos itens procurados foi encontrado durante a busca realizada na residência do ex-presidente.
Até o momento, as informações divulgadas publicamente sobre a operação partiram da defesa de Jair Bolsonaro. O advogado detalhou os objetos que constavam no mandado judicial e afirmou que os agentes não localizaram qualquer material durante a diligência.
A operação ocorreu na residência do ex-presidente, localizada em Brasília, onde os policiais federais executaram a ordem expedida pelo Supremo Tribunal Federal. Segundo a versão apresentada pela defesa, a atuação da Polícia Federal seguiu os termos estabelecidos no mandado judicial.
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A conexão deverá ser liberada pelas operadoras 72 horas antes dos turnos e 24 horas após a votação.
O pedido foi enviado ao gabinete do ministro Luiz Fux, que já cuida das ações que discutem as regras desse mercado.
A avaliação permite verificar, em ambiente controlado e simultaneamente ao pleito, se os votos registrados nos equipamentos correspondem exatamente aos votos inseridos durante a auditoria.
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