MC Leozinho e Zé de Irmã Têca. Foto: Divulgação
A pré-candidatura de Zé de Irmã Têca à Assembleia Legislativa de Pernambuco ganhou um importante reforço com o anúncio da parceria política com MC Leozinho, o General, um dos precursores do brega funk e uma das maiores referências da cultura popular pernambucana.
Pré-candidato a deputado federal, MC Leozinho confirmou que caminhará ao lado do ex-prefeito de Itapissuma, Zé de Irmã Têca, em uma dobradinha que pretende percorrer todas as regiões do estado, unindo representatividade política, valorização da cultura e diálogo com a juventude pernambucana.
Reconhecido por sua trajetória artística e pela influência no cenário musical de Pernambuco, MC Leozinho construiu uma forte conexão com as periferias e com o público jovem. Agora, leva essa experiência para um projeto político que busca ampliar a representação de diferentes segmentos da sociedade.
A parceria reforça o momento de expansão da pré-candidatura de Zé de Irmã Têca, que vem consolidando apoios de prefeitos, vereadores, ex-parlamentares, lideranças comunitárias, representantes religiosos e nomes ligados à cultura em diversas regiões do estado.
Para MC Leozinho, a união representa o compromisso de defender pautas voltadas ao fortalecimento da cultura, da juventude e da inclusão social, ao lado de um projeto que tem ampliado sua presença em Pernambuco.
Com agendas cada vez mais frequentes na Região Metropolitana, Zona da Mata, Agreste e Sertão, Zé de Irmã Têca segue fortalecendo sua articulação política e ampliando sua rede de apoios. A chegada de MC Leozinho agrega um importante segmento ao projeto, aproximando ainda mais a pré-candidatura dos movimentos culturais e da juventude pernambucana, em uma aliança que pretende percorrer o estado levando propostas e ouvindo as demandas da população.
A pré-candidatura de Zé de Irmã Têca também segue em processo de ampliação de sua base política. Conforme as informações divulgadas, o projeto já recebeu manifestações de apoio de prefeitos, vereadores, ex-parlamentares, representantes religiosos, lideranças comunitárias e nomes ligados ao setor cultural.
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Pelas regras atuais, cabe ao Senado Federal receber e conduzir processos contra os magistrados do Supremo Tribunal Federal.
Segundo o tribunal. As alterações foram necessárias principalmente em razão de interdições ou reformas nos prédios onde as seções funcionariam originalmente.
A orientação, porém, é evitar que a mobilização partidária seja levada para dentro das igrejas, especialmente durante cultos ou em espaços ligados diretamente à estrutura dos templos
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