Marquito, humorista do Programa do Ratinho Foto: Reprodução
O humorista Marco Antônio Gil Ricciardelli, conhecido popularmente como Marquito, anunciou nesta semana que disputará uma vaga de deputado estadual na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) nas eleições deste ano.
O anúncio foi feito por meio de suas redes sociais enquanto o artista segue em tratamento hospitalar, decorrente de um grave acidente de motocicleta sofrido em fevereiro na Zona Norte da capital paulista.
O acidente ocorreu no bairro Vila Gustavo, após o humorista passar mal enquanto pilotava. O impacto resultou em ferimentos no rosto, uma costela fraturada e a necessidade de duas intervenções cirúrgicas na coluna.
Embora tenha recebido alta inicial em abril para iniciar a reabilitação, ele continua sob acompanhamento e internado em processo de recuperação. Segundo o artista, a proximidade com a morte trouxe uma nova perspectiva sobre sua trajetória pessoal e pública.
"Passei por um acidente que poderia ter encerrado minha história ali. Mas não encerrou. E hoje, quando olho pra trás, entendo que não foi coincidência. Deus tinha um propósito para mim que eu ainda não tinha enxergado por completo", declarou Marquito em suas redes sociais.
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A nova empreitada marca a tentativa de retorno de Marquito ao Poder Legislativo. O humorista já exerceu mandato como vereador na Câmara Municipal de São Paulo entre os anos de 2013 e 2016.
Na sua disputa eleitoral mais recente, durante o pleito municipal de 2024, ele concorreu novamente a uma cadeira de vereador na capital paulista pelo Republicanos, mas não obteve os votos suficientes para se eleger.
Até o momento do anúncio, o ex-vereador e humorista não confirmou por qual legenda partidária pretende lançar sua candidatura à Alesp.
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Pelas regras atuais, cabe ao Senado Federal receber e conduzir processos contra os magistrados do Supremo Tribunal Federal.
Segundo o tribunal. As alterações foram necessárias principalmente em razão de interdições ou reformas nos prédios onde as seções funcionariam originalmente.
A orientação, porém, é evitar que a mobilização partidária seja levada para dentro das igrejas, especialmente durante cultos ou em espaços ligados diretamente à estrutura dos templos
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