Na tarde desta quinta-feira, 26, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) validou os apoiamentos necessários, consolidando o avanço do grupo na criação de sua própria legenda partidária.
Movimento Brasil Livre . Foto: Reprodução/ Redes Sociais
O Movimento Brasil Livre (MBL) atingiu uma nova etapa em seu projeto político ao conseguir o número mínimo de assinaturas para registrar oficialmente novo partido político. Na tarde desta quinta-feira, 26 de junho, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) validou os apoiamentos necessários, consolidando o avanço do grupo na criação de sua própria legenda partidária.
A partir de agora, o MBL poderá protocolar formalmente o pedido de registro da sigla, que utilizará o número 14 nas urnas. Segundo os organizadores do movimento, a mobilização em torno da criação do partido teve início em 2023, com o objetivo de reunir todos os integrantes do grupo, hoje espalhados em diferentes legendas, sob uma única bandeira.
Para isso, era necessário alcançar o mínimo de 547.042 assinaturas validadas pela Justiça Eleitoral. Nesta quinta-feira, o Sistema de Apoiamento a Partido em Formação (SAPF), do próprio TSE, apontou que o movimento já havia registrado 547.110 assinaturas.
A conquista foi celebrada ao vivo pelos líderes do movimento em uma transmissão nas redes sociais. Por volta das 13h30, Victor Couto, secretário-geral do futuro partido, exibiu um documento emitido pela Justiça Eleitoral que confirmava o total de assinaturas necessárias.
“É com esse documento que a gente pode ir para o TSE”, disse, segurando o certificado diante da câmera, em tom de celebração.
A próxima fase do processo será o envio do estatuto partidário e o registro do diretório nacional ao TSE. Esses documentos precisam de aprovação da Corte Eleitoral para que o Missão se torne, oficialmente, o 30º partido político do Brasil. A última legenda criada do zero no país foi a Unidade Popular, que obteve registro em 2023.
O MBL tem pressa para concluir a regularização da nova sigla antes do pleito de 2026. Se a oficialização for aprovada a tempo, o partido poderá lançar candidaturas ao Executivo e ao Legislativo. A legenda já articula uma prévia interna para definir um nome que possa concorrer à Presidência da República.
Com a estreia nas urnas, o Missão terá direito apenas a uma pequena parcela do fundo eleitoral, já que a divisão de recursos é proporcional ao desempenho de partidos anteriores. Apesar disso, os coordenadores do MBL avaliam que a criação de uma sigla própria representa uma conquista estratégica para fortalecer a identidade do movimento nas disputas políticas futuras.
Além disso, o partido tem como objetivo centralizar em uma única legenda as lideranças que fazem parte do MBL, hoje filiadas a diferentes partidos como União Brasil, Novo e outros. A meta é formar uma base coesa e com discurso alinhado para ganhar capilaridade nacional nos próximos ciclos eleitorais.
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