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Malafaia critica STF e diz que prisão de Bolsonaro é "cortina de fumaça" sobre caso do Banco Master

Para o líder religioso, o argumento apresentado pelo ministro Alexandre de Moraes para justificar a medida não se sustenta.

Cami Cardoso

22 de novembro de 2025 às 12:05   - Atualizado às 12:37

Malafaia em ato de Bolsonaro.

Malafaia em ato de Bolsonaro. Foto: Reprodução

O pastor Silas Malafaia voltou a criticar decisões do Supremo Tribunal Federal ao comentar a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro, efetuada na manhã deste sábado, 22 de novembro.

Para o líder religioso, o argumento apresentado pelo ministro Alexandre de Moraes para justificar a medida não se sustenta e representa apenas uma tentativa de desviar a atenção do escândalo envolvendo o Banco Master.

Segundo Malafaia, é “absurdo” considerar que Bolsonaro estaria prestes a fugir, e a prisão seria, na visão dele, uma “cortina de fumaça” criada para minimizar a repercussão da investigação que levou à detenção de Daniel Vorcaro, presidente do banco.

A Polícia Federal aponta que a instituição teria comercializado carteiras de crédito falsas ao BRB, resultando em um prejuízo estimado em mais de R$ 12 bilhões.

"Vocês têm que entender uma coisa: esse cara é mais maquiavélico do que vocês pensam. Ele está desviando o foco da roubalheira do Banco Master, do corrupto que roubou mais de 12 bilhões, cuja mulher de Alexandre de Moraes e os filhos são advogados, e um monte de gente grande no Brasil está envolvida. Ele está desviando o foco, gente."

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Prisão de Bolsonaro

O ex-presidente Jair Bolsonaro foi preso preventivamente nas primeiras horas desse sábado, 22 de novembro, e segundo o ministro Alexandre de Moraes, o motivo de sua decisão está ligado à possível tentativa de aliados do ex-presidente de atrapalhar a fiscalização da prisão domiciliar.

No despacho emitido na data, Moraes apontou que a convocação de uma “vigília” organizada por apoiadores de Bolsonaro poderia ter como finalidade obstruir o trabalho da Polícia Federal e da Polícia Penal do Distrito Federal, responsáveis pelo cumprimento das medidas impostas.

O ministro destacou ainda que o conteúdo divulgado por aliados “indica a possível tentativa de utilização de apoiadores do réu Jair Messias Bolsonaro (…) com a finalidade de obstruir a fiscalização das medidas cautelares”.

Moraes também mencionou a participação do senador Flávio Bolsonaro em um vídeo que reforçava a mobilização, afirmando que as declarações do parlamentar tinham “caráter beligerante” contra o Poder Judiciário e reiteravam a narrativa falsa de perseguição ou de uma suposta “ditadura” do STF.

Além disso, segundo divulgado pela CNN, Bolsonaro ainda teria tentado romper com a tornozeleira eletrônica para "garantir êxito em sua fuga". 

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