João Campos ao lado de aliados (Foto: Divulgação)
O partido Mobiliza oficializou, nesta terça-feira, 4 de agosto, apoio à candidatura de João Campos (PSB) ao Governo de Pernambuco nas eleições de 2026.
A decisão foi anunciada durante a convenção estadual da legenda, realizada poucos dias após a homologação da chapa encabeçada pelo ex-prefeito do Recife.
Embora fosse esperado no evento, João Campos não participou da convenção por compromissos de agenda. O candidato foi representado pelo candidato a vice-governador, Carlos Costa (Republicanos).
Atualmente, o Mobiliza não possui representantes no Congresso Nacional nem na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). A legenda é presidida no estado por Belarmino Silva e tem Agrício Leonardo como vice-presidente.
A articulação política que aproximou o Mobiliza da candidatura de João Campos foi conduzida pelo presidente estadual do PRD, Josafá Almeida. O anúncio ocorreu poucos dias depois da convenção que homologou a candidatura do socialista ao Governo do Estado.
Segundo o presidente estadual do Mobiliza, Belarmino Silva, a legenda não integrava formalmente a base política da governadora Raquel Lyra (PSD), apesar de manter diálogo com integrantes do grupo governista.
De acordo com ele, o partido permaneceu livre para definir seu posicionamento para as eleições estaduais de 2026.
O Mobiliza não conta atualmente com deputados federais, senadores ou deputados estaduais em Pernambuco. A legenda também não possui representantes na Assembleia Legislativa de Pernambuco.
Com a oficialização do apoio do Mobiliza, a candidatura de João Campos amplia o número de partidos que integram sua coligação para a eleição estadual.
A expectativa é que novas definições partidárias sejam anunciadas ao longo das próximas semanas, à medida que as legendas concluam seus processos internos e oficializem suas alianças para a campanha eleitoral.
O primeiro turno das eleições está marcado para o dia 4 de outubro, quando os eleitores pernambucanos escolherão o próximo governador do estado e os representantes para os cargos legislativos, além do presidente da República.
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Torcedora do clube paraense, a parlamentar classificou o comportamento do atacante como "arrogância pura".
A definição ocorreu depois de uma série de conversas entre os dois políticos e integrantes da direção nacional do partido Novo.
O ministro do STF Edson Fachin disse que a medida representa "uma mudança significativa na forma de enxergar e tratar essa questão".
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