Trompetista rouba a cena novamente ao tocar "Tá na hora do Jair" na PF após prisão de Bolsonaro Fotos: Reprodução / Redes Sociais / @Trom_Petista / @joedsonalves & @LulaMarques
O militante do PT Fabiano Leitão, conhecido como Trompetista, voltou a chamar atenção ao tocar a música “Tá na hora do Jair” em frente à Superintendência Regional da Polícia Federal, em Brasília, após o ex-presidente Jair Bolsonaro ser preso preventivamente. Além do hit satírico, o trompetista também tocou a marcha fúnebre em provocação.
Não é de hoje que Fabiano é visto protagonizando cenas semelhantes. Em março deste ano, o Trompetista tocou a marcha fúnebre durante uma entrevista de Jair Bolsonaro.
O militante chegou inclusive a ser preso durante o Governo Bolsonaro ao tentar impedir um desfile de veículos na Esplanada dos Ministérios. Um pouco ante, em 2018, após a eleição de Bolsonaro, o trompetista tocou o "Olê, olê, olê olá, Lula, Lula", próximo ao muro do Centro Cultural Banco do Brasil, onde funcionava o governo de transição.
Na época, Fabiano explicou que foi uma homenagem aos mortos pela Ditadura Militar e uma crítica ao governo do ex-presidente Bolsonaro.
"Estava passando ao vivo e decidi ir para lá. Essa ação é uma homenagem aos que tombaram na ditatura, como Zuzu Angel, Stuart Angel, Rubens Paiva e meu tio Francisco Celso Leitão. Significa que a Justiça está se reconciliando com a nossa história. Tentativas de golpes de Estado não podem ficar impunes"
Em março de 2025, Bolsonaro estava falando com jornalista após sair do Senado quando foi interrompido por Fabiano, que tocou a marcha fúnebre e logo na sequência, tocou a música "Tá na Hora do Jair, Já Ir Embora", que viralizou durante as Eleições de 2022.
A "trilha sonora" inesperada acabou arrancando risadas de jornalistas que estavam no local e até mesmo do Bolsonaro, que interrompeu a coletiva para ouvir a música. Na sequência, o ex-presidente seguiu seu pronunciamento.
3
07:39, 27 Out
27
°c
Fonte: OpenWeather
Desde a promulgação da Constituição de 1988, a data de posse ocorria sempre no dia 1º de janeiro.
Também foram instaurados 13 inquéritos policiais e lavrados 64 termos circunstanciados de ocorrência.
A nota da legenda aponta que o senador foi vitorioso no primeiro turno e acusa o presidente petista de ter ampliado gastos públicos para sair vitorioso na disputa.
mais notícias
+