Jair e Michelle Bolsonaro Foto: Isac Nóbrega/PR
A ex-primeira dama Michelle Bolsonaro (PL) se pronunciou pela primeira vez após a prisão preventiva de seu marido Jair Bolsonaro (PL). Em seu perfil no Instagram, a líder do PL Mulher afirmou que a "Justiça Humana já não se sustenta" e que está confiando na "justiça de Deus".
Na mesma publicação, Michelle destacou o atual estado de saúde de Bolsonaro, relembrando o episódio da facada que Jair sofreu em 2018 e finalizou afirmando que o "Brasil precisa de uma intercessão".
"Nós não vamos desistir da nossa nação.
Confio na Justiça de Deus. A justiça humana, como temos visto, já não se sustenta... Mas sei que o Senhor dará o Escape, assim como fez em 2018, quando meu marido foi vítima de uma facada, planejada para matá-lo, por um ex-militante psolista.
A sua saúde traz sequelas até hoje por causa desse episódio, mas em Deus ele é forte. Ele é GRANDE, e eu o amo muito. Não o deixarei desistir do propósito que o Senhor confiou a ele.
Diante da maldade humana, da mentira, da crueldade e da perseguição exacerbada, deixo Salmos 18:25-27:
‘Com o benigno te mostrarás benigno; e com o homem sincero te mostrarás sincero.
Com o puro te mostrarás puro; e com o perverso te mostrarás indomável.
Porque tu livrarás o povo aflito, e abaterás os olhos altivos.’ Neste momento, estou no Ceará aguardando voo para Brasília. Nossa vice-presidente do PL Mulher, Priscila Costa, e a deputada federal Rosana Vale conduzirão o encontro do PL Mulher em Caucaia.
Agradeço de coração a compreensão e o carinho de todos.
Seguimos em oração. O Brasil precisa da nossa intercessão."
O ex-presidente Jair Bolsonaro foi preso preventivamente nas primeiras horas desse sábado, 22 de novembro, e segundo o ministro Alexandre de Moraes, o motivo de sua decisão está ligado à possível tentativa de aliados do ex-presidente de atrapalhar a fiscalização da prisão domiciliar.
Segundo divulgado pela CNN, Bolsonaro ainda teria tentado romper com a tornozeleira eletrônica para "garantir êxito em sua fuga".
No despacho emitido na data, Moraes apontou que a convocação de uma “vigília” organizada por apoiadores de Bolsonaro poderia ter como finalidade obstruir o trabalho da Polícia Federal e da Polícia Penal do Distrito Federal, responsáveis pelo cumprimento das medidas impostas.
O ministro destacou ainda que o conteúdo divulgado por aliados “indica a possível tentativa de utilização de apoiadores do réu Jair Messias Bolsonaro (…) com a finalidade de obstruir a fiscalização das medidas cautelares”.
Moraes também mencionou a participação do senador Flávio Bolsonaro em um vídeo que reforçava a mobilização, afirmando que as declarações do parlamentar tinham “caráter beligerante” contra o Poder Judiciário e reiteravam a narrativa falsa de perseguição ou de uma suposta “ditadura” do STF.
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