"A população não pode ser penalizada por aumentos injustificados. É fundamental garantir transparência na formação dos preços e proteger o consumidor", afirmou a vereadora.
Vereadora Liane Cirne. Foto: Divulgação.
A vereadora e professora de Direito da UFPE, Liana Cirne, protocolou uma representação no Ministério Público de Pernambuco (MPPE) solicitando a abertura de investigação sobre a possível elevação dos preços dos combustíveis em postos localizados na Região Metropolitana do Recife.
No documento, a parlamentar solicita a instauração de procedimento investigatório para apurar eventuais irregularidades na formação dos preços. A representação também pede a realização de diligências junto aos postos de combustíveis para coletar informações sobre os valores praticados recentemente e analisar as variações registradas no período.
Entre os pedidos encaminhados ao Ministério Público está a requisição de documentos aos estabelecimentos investigados, incluindo dados sobre a composição dos preços, custos de aquisição dos combustíveis e justificativas apresentadas para os aumentos registrados.
A representação também solicita atuação conjunta com órgãos de fiscalização e defesa do consumidor, como o Procon Pernambuco e a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), para verificar possíveis irregularidades na comercialização de combustíveis.
Caso sejam constatadas irregularidades, o documento pede que sejam adotadas as medidas administrativas, civis e judiciais cabíveis, incluindo a possibilidade de ação civil pública para responsabilização dos envolvidos e proteção dos consumidores.
“A população não pode ser penalizada por aumentos injustificados. É fundamental garantir transparência na formação dos preços e proteger o consumidor”, afirmou a vereadora.
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Para o presidente estadual da sigla, Tecio Teles, a chegada reflete um movimento mais amplo dentro do estado.
"Com a promulgação desta lei, reafirmamos, o compromisso do nosso governo com a valorização dos profissionais da educação", disse Raquel Lyra.
Ao justificar a recusa, o órgão afirmou que a reunião dos dados poderia "sobrecarregar o órgão destinatário, desestabilizar suas operações e desorganizar suas funções".
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