Pernambuco, 25 de Outubro de 2026

Inicio elemento rádio
Icone Rádio Portal

Ouça a Rádio Portal

Final elemento rádio

Justiça mantém CONDENAÇÃO de universidade que não atualizou dados de ESTUDANTE TRANS

De acordo com os autos, diante da transição de gênero, o aluno alterou sua documentação oficial e requereu a utilização de seu nome civil retificado, mas alguns comunicados e sistemas da instituição mantiveram o nome anterior. 

Ricardo Lélis

20 de janeiro de 2025 às 18:30   - Atualizado às 18:30

Manifestação por direitos para a população trans.

Manifestação por direitos para a população trans. Foto: Arquivo/ Agência Brasil

A 30ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve decisão da 21ª Vara Cível Central, proferida pela juíza Juliana Pitelli da Guia, que determinou que centro universitário atualize dados cadastrais de aluno trans em todos os sistemas. A instituição também deverá indenizar o autor em R$ 5 mil pelos danos morais sofridos.

De acordo com os autos, diante da transição de gênero, o aluno alterou sua documentação oficial e requereu à universidade a utilização de seu nome civil retificado. Porém, alguns comunicados e sistemas internos da instituição mantiveram o nome anterior. 

Na decisão, o relator do recurso, desembargador Marcos Gozzo, apontou que a utilização do nome errado é incontroversa e que o valor da reparação deve ser mantido.

“A indenização deve abarcar não só a efetiva reparação pelos transtornos, mas também favorecer o desestímulo ao desrespeito da legislação e da própria parte, cumprindo assim sua finalidade axiológica, com a necessidade de imposição de uma sanção ao ofensor para evitar a reincidência”, destacou.

Os desembargadores Monte Serrat e Paulo Alonso completaram a turma de julgamento. A votação foi unânime.

Veja Também

Parecer de psicóloga para criança trans

Cinthya, mãe de uma criança transexual de 7 anos chamada Miguel, utilizou as redes sociais para compartilhar a jornada de transição do filho, iniciada quando ele tinha 5 anos.

Com mais de 110 mil seguidores no Instagram, ela relata o processo vivido por Miguel, que nasceu como Maria Eduarda e atualmente atende pelo nome de Miguel. Ele tem uma irmã gêmea chamada Sofia. (veja vídeo abaixo)

Recentemente, Cinthya publicou um vídeo descrevendo parte da devolutiva da psicóloga que acompanha Miguel há mais de um ano. No vídeo, ela se apresenta e explica o contexto do relato:

“Pra quem não me conhece, eu sou a Cinthya, eu sou mãe de uma criança trans, o Miguel, de 7 anos, em transição desde os 5 e, hoje eu quero ler para vocês, um trecho da devolutiva da psicóloga do Miguel”, inicia ela.

Tribunal de Justiça de São Paulo

Mais Conteúdos

Mais Conteúdos

Mais Lidas

Icone Localização

Recife

10:01, 25 Out

Imagem Clima

29

°c

Fonte: OpenWeather

Notícias Relacionadas

Ri Happy.
Aprovado

Justiça aceita pedido da Ri Happy e autoriza recuperação extrajudicial

O grupo pretende renegociar cerca de R$ 827 milhões em dívidas.

Justiça do Trabalho.
Decisão

Justiça proíbe rede de supermercados de praticar assédio eleitoral contra funcionários

Além disso, a empresa também deverá afixar a comunicação em locais de grande circulação de funcionários em seus estabelecimentos. Caso a empresa descumpra a decisão, há multa diária de R$ 500 mil.

Representação de família.
Decisão

Filho e noivado não bastam para comprovar união estável pós-morte, decide STJ

Ao manter acórdão do TJSP que classificou a relação como namoro qualificado, o colegiado considerou que não ficou demonstrada a intenção atual de constituição de família.

mais notícias

+

Newsletter