Deputada Carla Zambelli. Foto: Câmara dos Deputados/Divulgação
A Justiça da Itália notificou o governo brasileiro, nesta quinta-feira, 26 de março, que decidiu extraditar a ex-deputada federal Carla Zambelli (PL).
Em julho do ano passado, Zambelli foi presa em Roma, capital da Itália, onde tentava escapar do cumprimento de um mandado de prisão emitido pelo ministro Alexandre de Moraes.
Por ter dupla cidadania, Zambelli deixou o Brasil em busca de asilo político em terras italianas após ser condenada pelo STF a 10 anos de prisão pela invasão ao sistema eletrônico do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ocorrido em 2023.
De acordo com as investigações, Zambelli foi a autora intelectual da invasão para emissão de um mandato falso de prisão contra Alexandre de Moraes. Segundo as investigações, o hackeamento foi executado por Walter Delgatti, que também foi condenado e confirmou ter realizado o trabalho a mando da parlamentar.
Após a fuga para a Itália, o governo brasileiro solicitou a extradição da deputada para o Brasil. Em nota enviada à CNN, a defesa da ex-parlamentar disse que pretende recorrer à Corte de Apelação italiana.
Em dezembro de 2025, Alexandre de Moraes respondeu questionamentos feitos pela Justiça da Itália no âmbito do processo de extradição, No documento, foi definido que Carla Zambelli poderá ficar presa na Penitenciária Feminina do Distrito Federal, conhecida como Colmeia
Também foi informado que nunca houve rebelião na penitenciária e que as presas recebem atendimento médico e fazem cursos técnicos.
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Vendramini deverá pagar R$ 50 mil de indenização por danos morais ao ministro do STF.
Investigação apura possíveis irregularidades na prefeitura e descumprimento da Constituição em admissões sem concurso público
A condenação prevê o ressarcimento de R$ 122.091,66 aos cofres públicos, a suspensão dos direitos políticos por oito anos.
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