A avaliação é de que a pressão maior para que o magistrado seja punido estaria vindo de donos de big techs, como Elon Musk. Eles não querem que o STF regulamente as redes sociais
Presidente Lula e o ministro Alexandre de Moraes. Foto: Divulgação/TSE
O governo brasileiro intensificou, desde o último final de semana, o diálogo com os Estados Unidos para evitar que a administração de Donald Trump sancione o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.
Segundo a coluna de Mônica Bergamo, do O GLOBO, a pressão para que Trump sancione o ministro brasileiro não estaria vindo apenas do deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL), que está morando atualmente no país.
De acordo com a colunista, Eduardo tem acesso limitado ao governo Trump e a pressão contra Moraes estaria vindo de personagens que têm trânsito livre no salão oval da Casa Branca, como o dono da Tesla e do “X”, Elon Musk.
Além de Musk, outros donos de big techs estariam atuando nos bastidores para que o ministro Alexandre de Moraes seja sancionado por conta de sua atuação no STF, para regulamentar as redes sociais.
Entenda
O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, afirmou no 21 de maio que "há uma grande possibilidade" de que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, seja alvo de sanções por parte do governo Trump.
A declaração foi feita durante um depoimento de Rubio durante audiência na Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Representantes dos EUA.
A fala ocorreu em resposta a uma pergunta do parlamentar republicano Cory Mills (Flórida), que acusou o STF de "perseguir a oposição, incluindo jornalistas e cidadãos comuns". Segundo o deputado, "o que estão fazendo agora é uma iminente prisão politicamente motivada do ex-presidente Jair Bolsonaro”.
“Essa repressão se estende além das fronteiras do Brasil, impactando indivíduos em solo norte-americano. O que você pretende fazer, e você consideraria sanções ao ministro do Supremo, Alexandre de Moraes, sob a Lei Global Magnitsky?", questionou.
“Isso está sob análise neste momento, e há uma grande possibilidade de que isso aconteça”, disse Rubio ao confirmar o questionamento do deputado.
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Para o deputado, a medida corrige uma lacuna na legislação ao incluir pacientes que enfrentam limitações severas no dia a dia
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