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A sinalização foi feita pelo Ministério da Educação (MEC), após declaração do ministro Camilo Santana, e muda o cenário projetado até então para a categoria.
O texto foi publicado no Diário Oficial da União da última quarta-feira, 7 de janeiro, e também leva a assinatura dos ministros Luiz Marinho e Margareth Menezes.
A revisão foi formalizada pelo Ministério do Planejamento, responsável por atualizar os parâmetros econômicos utilizados no cálculo do piso nacional.
Na gravação, o presidente comenta o movimento das ondas da Restinga da Marambaia, no Rio de Janeiro, onde estava passando as férias de fim de ano.
Apesar da inflação acumulada e do aumento do custo de vida, os valores definidos pela lei de 2022 continuam vigentes.
A lei que instituiu o piso busca garantir um patamar mínimo de remuneração e servir como referência para planos de carreira e financiamento da educação.
A proposta que cria a remuneração mínima para esses profissionais avançou no Congresso Nacional após ser aprovada na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Entre técnicos da área e gestores educacionais, a estimativa média mais citada situa o piso de 2026 entre R$ 4.850 e R$ 4.900.
O texto representa um passo relevante na tentativa de garantir valorização a trabalhadores que mantêm o funcionamento diário das escolas públicas em todo o país.
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