O prefeito candidato a reeleição comentou a decisão do TRE-PE de ter indeferido a candidatura do deputado estadual e ex-prefeito da cidade, Lula Cabral (Solidariedade).
Prefeito do Cabo de Santo Agostinho Keko do Armazém. Foto: Portal de Prefeitura
Ao participar de entrevista para o site de notícias especializado em conteúdo político Portal de Prefeitura, na noite desta segunda-feira, 16 de setembro, o prefeito da cidade do Cabo de Santo Agostinho e candidato à reeleição, Keko de Armazém (PP), disse que a Justiça foi feita ao tirar de circulação quem tanto dano causou ao erário público a população da cidade, em comentar a decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de ter indeferido a candidatura do deputado estadual e ex-prefeito da cidade, Lula Cabral (Solidariedade).
O Progressista aproveitou para reafirmar ao jornalista e radialista Rodolfo Kosta que sua candidatura segue firme, pois, não tem nada na Justiça que impeça sua disputa, diferente de sue adversário.
“Tenho 16 anos de vida pública. Eu não respondo a nenhum processo. Sou ficha limpa, diferentemente do nosso adversário que está aí o resultado, sendo indeferido a sua candidatura”, disse Keko.
A entrevista foi reproduzida, ao vivo, pelo canal do YouTube e Instagram da página.
O deputado estadual Lula Cabral (SD) teve a candidatura para prefeito do Cabo de Santo Agostinho indeferida, no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), na noite desta segunda-feira, 16 de setembro.
Por maioria, os desembargadores rejeitaram os recursos apresentado por sua defesa, contra a sentença da Justiça Eleitoral, na primeira instância.
O pleno do TRE entendeu correta a decisão da Câmara de Vereadores, que rejeitou por unanimidade as contas do exercício de 2017, quando Cabral foi prefeito.
Ele é acusado de, na época, ter desviado R$ 92 milhões do CaboPrev, que estavam depositados na Caixa Econômica e foi transferido para Empresa Terra Nova Administradora de Recursos.
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Petista passa por um momento de pico de sua rejeição nos últimos meses. Em março de 2026, por exemplo, 56% diziam que não votariam nele de forma alguma.
Entre os entrevistados, 5% disseram estar indecisos, enquanto 11% afirmaram que votariam em branco, nulo ou não pretendem votar.
O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 9 e 13 de abril. A margem de erro é de dois pontos percentuais.
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