O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 9 e 13 de abril. A margem de erro é de dois pontos percentuais.
15 de abril de 2026 às 10:04 - Atualizado às 11:29
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) Fotos: Senado Federal e Marcelo Camargo/Agência Brasil
A pesquisa divulgada pela Quaest nesta quarta-feira, 15 de abril, apesar de ser considerada um empate técnico, entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno das eleições de 2026, revela que pela primeira vez o candidato do PL aparece na frente do petista.
De acordo com o levantamento, Flávio Bolsonaro aparece com 42% das intenções de voto, enquanto Lula tem 40%. Considerando a margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os dois estão tecnicamente empatados. Esta é a primeira vez que Flávio registra um percentual numericamente superior ao do atual presidente.
Já em dezembro, Lula tinha vantagem de dez pontos sobre Flávio Bolsonaro. Esse número foi reduzido para sete pontos em janeiro e para cinco em fevereiro. Já em março, os dois apareceram empatados com 41% cada. Agora, em abril, o levantamento mostra o senador com dois pontos à frente.
Os números mais recentes refletem oscilações dentro da margem de erro, mas indicam um movimento de aproximação entre os dois nomes. Veja os dados comparativos:
O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 9 e 13 de abril. A margem de erro é de dois pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%. O registro da pesquisa no TSE é BR-09285/2026.
Além do confronto entre Lula e Flávio Bolsonaro, a pesquisa também simulou outros cinco cenários de segundo turno, todos com a presença do atual presidente.
Nos demais cenários testados, Lula aparece à frente dos adversários. A maior diferença registrada foi contra Augusto Cury (Avante), que aparece pela primeira vez no levantamento.
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A definição ocorreu depois de uma série de conversas entre os dois políticos e integrantes da direção nacional do partido Novo.
O ministro do STF Edson Fachin disse que a medida representa "uma mudança significativa na forma de enxergar e tratar essa questão".
Não foram apresentados detalhes oficiais sobre os motivos que levaram ao cancelamento do visto da diplomata. Também não houve manifestação pública do governo americano explicando os fundamentos da decisão
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