Keko do Armazém e Lula Cabral. Foto: Divulgação
O atual prefeito do Cabo de Santo Agostinho, Keko do Armazém (PP), negou nesta quinta-feira, 15 de agosto, os rumores de que sua candidatura à reeleição foi impugnada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A acusação partiu da coligação "Frente Popular do Cabo", que tem Lula Cabral (Solidariedade) como candidato, e gerou repercussão na cidade.
Em resposta às acusações, a equipe jurídica de Keko do Armazém enviou uma nota ao Portal de Prefeitura, destacando que recebeu a tentativa de impugnação "sem qualquer surpresa". Segundo a nota, a ação judicial é vista como uma manobra política dos adversários, motivada pelo crescimento da popularidade de Keko nos primeiros dias da pré-campanha.
"A oposição lançou mão de teses jurídicas sem qualquer fundamento na lei ou na jurisprudência para tentar impedir o bom andamento da campanha", afirmou a defesa de Keko.
A equipe jurídica ainda garantiu que a coligação "União pelo Bem do Cabo", liderada pelo atual prefeito, irá apresentar sua defesa e buscará a condenação dos impugnantes por agir de má-fé.
A Coordenação Jurídica da campanha do candidato da Coligação “União pelo bem do Cabo”, Keko do Armazém, recebeu, sem qualquer surpresa, a tentativa de impugnação apresentada pelo candidato da oposição, Lula Cabral.
A atitude dos adversários se dá no momento em que se percebe claramente o crescimento do candidato à reeleição Keko do Armazém, nesses primeiros dias de pré-campanha. A oposição lançou mão de teses jurídicas sem qualquer fundamento na lei ou na jurisprudência para tentar impedir o bom andamento da campanha.
A Coligação liderada por Keko do Armazém vai apresentar sua defesa e pedir, ao final, a condenação dos impugnantes, que agem de má-fé, uma vez que os opositores ajuizaram uma ação absolutamente temerária e com absoluta falta de amparo legal.
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A condenação pelo crime previsto no artigo 129, § 13, do Código Penal foi confirmada, por unanimidade, pela Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL).
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