A mulher que tinha 35 anos, estava com 23 semanas de gestação e sofreu uma série de complicações que evoluíram para um quadro de AVC hemorrágico um dia após tomar o imunizante.
Vacinação Fotos: Tânia Rêgo e Paulo Pinto/Agência Brasil
A família de uma promotora de Justiça do Ministério Público estadual que estava grávida, perdeu o bebê e morreu em decorrência da aplicação da vacina da Astrazeneca contra a Covid receberá R$ 1,1milhão de indenização por danos morais da empresa farmacêutica.
A decisão é da 48ª Vara Cível da Capital, que condenou a fabricante a pagar R$ 400 mil à mãe da vítima, R$ 400 mil ao espólio do pai, além de R$ 300 mil ao irmão.
Thais Possati tinha 35 anos, estava com 23 semanas de gestação, tomou a vacina em 23 de abril de 2021 e, já no dia seguinte, desencadeou uma série de complicações que evoluíram para um quadro de AVC hemorrágico associado a trombose de seio venoso.
A promotora foi a primeira grávida brasileira a morrer em decorrência da vacina Astrazeneca. Após o ocorrido, o governo brasileiro suspendeu a sua aplicação em grávidas, e o laboratório teria admitido que não havia testado o imunizante em gestantes.
De acordo com relatório médico incluído no processo, Thais e o bebê passaram por elevado sofrimento. O documento confirmou ainda que os problemas de saúde foram devido à vacina.
A relação entre a administração do imunizante e as condições médicas que levaram à morte da paciente e do feto também foi confirmada pelo perito.
“Houve verificação do defeito dois meses antes da aplicação da vítima em apreço e, ainda assim, ciente do ocorrido, a ré optou por manter o imunizante no mercado, de modo a gerar o dever de indenizar, pautado na responsabilidade civil objetiva, e, ressaltando, ainda, o não cumprimento do dever de informação qualificada”, destacou o juiz Mauro Nicolau Junior na sentença.
De acordo com pesquisadores de Vrije Universiteit, em Amsterdã, Holanda, a taxa de mortalidade no mundo pode ter aumentado devido as vacinas contra covid-19.
Foram analisados dados de 47 países ocidentais que estão com mais de 3 milhões de mortes em excesso desde 2020. As informações são do jornal The Telegraph.
O estudo diz que aconteceram mais de 1 milhão de mortes em excesso, em 2020, no auge da pandemia, na Europa, EUA e Austrália.
Em 2021 o número teria aumentado para 1,2 milhão e em 2022 caiu para 800 mil.
Os responsáveis pela pesquisa destacaram que esses números incluíam mortes por efeitos indiretos das estratégias de saúde para conter a disseminação e infecção do Covid-19.
Ainda de acordo com os pesquisadores, "tanto médicos, quanto cidadãos, relataram lesões graves e mortes depois da vacinação em vários bancos de dados oficiais no mundo ocidental"
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