Imagem do presidente Lula dividida com um trabalhador dos Correios. Foto 1: Ricardo Stuckert/PR Foto 2: Joédson Alves/Agência Brasil
O balancete contábil do primeiro trimestre de 2026 da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (Correios) mostra que a estatal já acumula um prejuízo prévio de R$ 3,4 bilhões até o fim de março. Os dados foram divulgados pelo G1 e revelam que o resultado negativo quase dobrou em relação ao mesmo período de 2025, quando a empresa registrou perdas de R$ 1,7 bilhão.
O documento apresenta uma fotografia provisória da situação financeira da empresa. O balancete reúne receitas, despesas, bens e dívidas até uma determinada data, geralmente ao fim de um mês ou trimestre. Esse tipo de demonstrativo permite acompanhar a saúde financeira antes do fechamento oficial do balanço.
Os números mostram que as receitas permaneceram praticamente no mesmo nível. A estatal registrou R$ 4,1 bilhões no primeiro trimestre de 2025 e R$ 4 bilhões no mesmo período de 2026. Apesar dessa estabilidade na entrada de recursos, as despesas cresceram.
Os gastos saltaram de R$ 6,4 bilhões no início de 2025 para R$ 7,4 bilhões nos três primeiros meses de 2026. Esse aumento de R$ 1 bilhão explica o avanço do prejuízo no período. A diferença entre o que a empresa arrecadou e o que ela gastou ampliou o rombo nas contas.
O próprio setor financeiro da empresa já previa uma alta nas despesas para este começo de ano. A estimativa interna apontava que os gastos poderiam chegar a R$ 7,6 bilhões no trimestre. Mesmo assim, o valor executado ficou R$ 200 milhões abaixo do esperado, o que representa uma redução de cerca de 3% em relação à previsão.
Esse dado mostra que, embora os gastos tenham crescido, a execução financeira ficou dentro do cenário que a empresa já projetava. Ainda assim, o volume de despesas manteve a pressão sobre o caixa e contribuiu diretamente para o resultado negativo.
Na semana anterior à divulgação desse balancete, a estatal também apresentou o resultado fechado de 2025. A empresa encerrou o ano passado com um prejuízo acumulado de R$ 8,5 bilhões. Esse número representa mais do que o triplo do prejuízo registrado em 2024, que ficou em R$ 2,6 bilhões.
Com esse resultado, a empresa chegou a 14 trimestres consecutivos com desempenho negativo. A sequência reforça um cenário financeiro delicado, que se arrasta há mais de três anos sem interrupção.
1
2
4
13:17, 29 Abr
29
°c
Fonte: OpenWeather
A solicitação foi enviada para Secretaria de Saúde após visita do parlamentar à unidade, quando foi constatada a situação precária do hospital, principalmente na área de hemodinâmica.
O prêmio do Sebrae, um dos mais rigorosos do país, avalia justamente a eficiência administrativa e o apoio aos pequenos negócios.
O acordo homologado pelo STF evita o andamento da ação penal, desde que todas as condições sejam cumpridas dentro dos prazos definidos.
mais notícias
+