A solicitação foi enviada para Secretaria de Saúde após visita do parlamentar à unidade, quando foi constatada a situação precária do hospital, principalmente na área de hemodinâmica.
29 de abril de 2026 às 10:35 - Atualizado às 10:44
Eduardo da Fonte (PP/UP). Foto: Igor Toscano
Após solicitação do deputado federal Eduardo da Fonte (PP/UP), junto com o deputado federal Lula da Fonte (PP/UP) e a bancada da Federação União Progressista, a Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco confirmou a compra de um angiógrafo e de dois equipamentos de ecocardiografia para o Hospital Agamenon Magalhães (HAM), no Recife, referência em cardiologia e alta complexidade. O pleito também recebeu o apoio de 31 deputados estaduais.
O pedido foi enviado após visita do parlamentar à unidade, quando foi constatada a situação precária do hospital, principalmente na área de hemodinâmica, além da necessidade urgente de novos equipamentos para melhorar o atendimento aos pacientes.
Por meio de ofício, Eduardo da Fonte cobrou informações sobre a aquisição dos equipamentos e destacou a importância do investimento para fortalecer o diagnóstico e o tratamento de doenças cardiovasculares e neurológicas graves.
Em resposta oficial, a secretária estadual de Saúde, Zilda do Rego Cavalcanti, informou que os dois ecocardiógrafos têm prazo de entrega de até 90 dias úteis após a notificação do fornecedor. Já o angiógrafo está em fase de entrega, com previsão de chegada até o fim de maio, quando será instalado na unidade.
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 667/2021, de autoria do deputado federal Eduardo da Fonte (PP/UP), que cria o Acordo de Compartilhamento de Risco no SUS e amplia o acesso ao medicamento mais caro do mundo para crianças com Atrofia Muscular Espinhal (AME), com custo aproximado de R$ 7 milhões de reais.
A proposta autoriza o Ministério da Saúde a firmar acordos com empresas farmacêuticas para incorporar medicamentos de alto custo com mais rapidez, segurança e transparência.
A partir desse projeto de Eduardo da Fonte, o Ministério da Saúde publicou uma portaria e colocou em prática o modelo de compartilhamento de risco, permitindo o início das aplicações para crianças com AME. A primeira a receber o medicamento por esse modelo foi Maria Luísa, de São Caetano, atendida no Hospital Maria Lucinda, no Recife.
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O resultado negativo quase dobrou em relação ao mesmo período de 2025, quando a empresa registrou perdas de R$ 1,7 bilhão.
O acordo homologado pelo STF evita o andamento da ação penal, desde que todas as condições sejam cumpridas dentro dos prazos definidos.
O parlamentar manipulou uma foto e colocou o presidente com vestimentas militares e um símbolo da suástica nazista em seu rosto.
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