Moradores enfileirando corpos no Rio. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil
Brasil, México, Equador e Haiti compartilham em 2025 um dado alarmante: os quatro países figuram entre os dez mais perigosos do mundo, segundo o índice global de conflitos divulgado pela organização não governamental ACLED (Projeto de Localização de Conflitos Armados e Dados de Eventos).
O levantamento, publicado nesta quinta-feira (11), avalia o nível de violência em diversos países com base em quatro indicadores principais: mortalidade, risco para civis, dispersão geográfica dos conflitos e quantidade de grupos armados em atuação.
O México ocupa a quarta posição no ranking, mantendo o mesmo lugar registrado em 2024. O país aparece atrás apenas de Palestina, Mianmar e Síria, nações que enfrentam conflitos armados de grande escala e guerras recentes.
A presença mexicana no topo da lista reflete o avanço da violência ligada ao crime organizado, com disputas territoriais entre facções e altos índices de homicídios, que afetam diretamente a população civil.
O Brasil aparece na sétima colocação, posição que acende um alerta para autoridades e sociedade. Segundo o relatório, o destaque negativo do país está ligado à atuação de quadrilhas e facções criminosas, que disputam o controle de territórios, especialmente em grandes centros urbanos.
A violência armada, os confrontos entre grupos criminosos rivais e o impacto direto sobre civis colocam o país em um patamar de risco comparável ao de nações marcadas por conflitos internos prolongados.
O Haiti ocupa a oitava posição no ranking e enfrenta uma situação ainda mais crítica. O país sofre com a instabilidade política contínua, o enfraquecimento das instituições estatais e o domínio de gangues armadas, que controlam bairros inteiros e dificultam o funcionamento básico do Estado.
De acordo com a ACLED, a ausência de controle governamental efetivo amplia o risco para civis e contribui para o agravamento da crise humanitária no país.
O relatório chama atenção para o fato de que países sem guerras declaradas, como Brasil e México, apresentam níveis de violência comparáveis aos de zonas de conflito armado. Para especialistas, o dado reforça a necessidade de políticas públicas eficazes de segurança, combate ao crime organizado e fortalecimento institucional.
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Recém-empossado presidente estadual do Solidariedade, Edinazio comparou as negociações com o futebol, como a busca por "bons jogadores" (candidatos).
A base para os indiciamentos dessas autoridades é o caso do Banco Master, que tramita no Supremo. O relatório da CPI, de 221 páginas, ainda precisa ser aprovado pela comissão.
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