O delegado da Polícia Civil reforça que qualquer informação sobre o paradeiro de Victor Bruno pode ser repassada anonimamente ao Disque-Denúncia 181.
Mulher que foi dopada e estuprada; suspeito foragido. Fotos: Reprodução. Arte: Portal de Prefeitura
Um ano após o crime, o estudante Victor Bruno da Silva Santos, na época com 18 anos, continua foragido da Justiça. Ele teve a prisão preventiva decretada pela Polícia Civil de Alagoas (PCEAL) após ser apontado como responsável por dopar e abusar da colega de sala Maria Daniela Ferreira Alves, de 19 anos.
Mesmo com a investigação concluída e ampla divulgação do caso, o suspeito não foi localizado. O crime ocorreu em dezembro de 2024, mas voltou a repercutir este ano depois que o pai da vítima relatou as graves sequelas neurológicas deixadas pela violência e pediu justiça.
De acordo com o delegado Diogo Martins, chefe de operações da Delegacia Regional de Palmeira dos Índios, o laudo toxicológico confirmou a presença de cinco substâncias químicas no sangue da jovem: Diazepam, Fenitoína, Haloperidol, Nordiazepam e Prometazina, sedativo frequentemente associado a crimes sexuais. O delegado reforça que qualquer informação sobre o paradeiro de Victor Bruno pode ser repassada anonimamente ao Disque-Denúncia 181.
O crime aconteceu na noite de 6 de dezembro de 2024, após uma confraternização escolar em uma chácara da família do suspeito, localizada no Povoado Poção, zona rural de Palmeira dos Índios. A jovem foi dopada, estuprada, agredida e asfixiada, ficando em coma por cinco dias devido a um traumatismo craniano grave.
O laudo médico aponta que "a paciente foi submetida a um período de privação da respiração, levando a um comprometimento cerebral importante, necessitando no momento de assistência médica especializada e equipe de reabilitação". Desde então, Maria Daniela convive com sequelas severas e precisa de ajuda constante para realizar atividades básicas, segundo relato do pai.
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Na audiência, o magistrado também determinou que o governo americano entregue documentos que possam identificar quem criou o registro considerado falso.
Em 2022, antes da decisão do STF, Silvinei conseguiu se aposentar aos 47 anos. Na decisão, Moraes disse que o entendimento do Supremo sobre a perda de cargo público em função de condenação criminal alcança os inativos
Segundo os autos, ela criou uma identidade fictícia e, durante cerca de 14 meses de convivência, foi tratada como filha e recebeu moradia, alimentação, medicamentos e outros cuidados, até que a história foi descoberta.
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