Darren Beattie e Jair Bolsonaro. (Fotos: Departamento de Estado dos EUA/Divulgação e Ton Molina/STF)
O ex-presidente Jair Bolsonaro pediu nesta terça-feira, 10 de março, ao Supremo Tribunal Federal (STF) autorização para receber a visita de Darren Beattie, assessor do governo dos Estados Unidos, na prisão.
Aliado do presidente Donald Trump, Beattie trabalha para o Departamento de Estado norte-americano e é responsável pelos assuntos ligados ao Brasil.
No pedido de autorização encaminhado ao Supremo, a defesa de Bolsonaro pediu que a visita seja realizada na próxima segunda-feira (16), no período da manhã, ou na terça-feira (17), datas em que o assessor estará em visita oficial ao Brasil. A entrada de um tradutor na prisão também foi solicitada.
O ministro Alexandre de Moraes, relator do processo, vai decidir a questão.
Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão na ação penal da trama golpista e cumpre pena no 19° Batalhão da Polícia Militar, localizado dentro do Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.
O local é conhecido como Papudinha e é destinado a presos especiais, como policiais, advogados e juízes.
O governo de Donald Trump nomeou um crítico de linha dura do atual governo brasileiro para atuar como assessor de políticas voltadas ao Brasil. A informação foi revelada no dia 27 de fevereiro, pela agência de notícias Reuters.
Segundo a agência, Darren Beattie foi designado para o cargo de “assessor sênior para a política em relação ao Brasil”, função responsável por propor e supervisionar as políticas e ações de Washington em relação a Brasília. Autoridades do Departamento de Estado confirmaram à Reuters que Beattie já assumiu o posto.
A nomeação ocorre em um momento em que as relações entre os dois países seguem delicadas, apesar de uma recente reaproximação entre os presidentes Lula e Donald Trump, de acordo com a Reuters.
Beattie esteve no centro de uma polêmica durante a crise diplomática entre os Estados Unidos e o Brasil relacionada ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal.
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O deputado federal também criticou a direção estadual do partido, questionando o seu alinhamento.
O documento foi protocolado no Senado como parte de um movimento que cita suspeitas ligadas ao caso do banco Master como base para a iniciativa.
A manifestação foi divulgada nas redes sociais do prefeito de Abreu e Lima em uma foto ao lado do filho, Flávio Gadelha Filho.
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