Fernando Haddad com Máscara de Lula Foto: Divulgação
Em entrevista recente, o senador Jorge Seif Júnior fez duras críticas ao aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), anunciado pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo ele, a medida, vendida como uma taxação sobre os mais ricos, na verdade atinge com mais força a população de baixa renda — especialmente os milhões de brasileiros que vivem com até três salários mínimos e que dependem do crédito parcelado para sobreviver.
“O aumento do IOF é para taxar os ricos? Essa é a maior mentira que pode existir”, disparou Seif. “O sujeito que vai comprar uma motocicleta para trabalhar no iFood, vai parcelar e pagar mais caro. Quem entra no cheque especial, quem compra uma TV parcelada, quem faz crediário... essa gente é que vai sentir o peso.”
Seif destacou que mais de 30% da população brasileira se encontra nessa faixa de renda e enfrenta altos níveis de endividamento. Para ele, o impacto do aumento do IOF em operações como parcelamentos, financiamentos e uso do cheque especial será devastador para essas famílias.
“Criou-se essa versão: ricos contra pobres. Mas isso é uma mentira”, afirmou. “O IOF pode até atingir quem faz câmbio, mas o grosso da arrecadação virá da base da pirâmide. É um imposto arrecadatório, e isso é inconstitucional.”
O senador também criticou a atuação do Congresso e do Supremo Tribunal Federal. Para ele, há uma falta de responsabilidade fiscal do Legislativo, com aprovação de bilhões em emendas parlamentares sem o devido cuidado com o equilíbrio das contas públicas.
“Sou defensor do parlamentarismo. Do jeito que estamos, o Congresso aumenta gastos sem responsabilidade, e o governo fica de mãos atadas. O aumento do IOF é mais uma consequência desse desgoverno que não tem compromisso com o povo brasileiro”, disse.
A declaração de Seif levanta um alerta sobre os impactos socioeconômicos de medidas fiscais com aparência progressiva, mas que, segundo especialistas, acabam penalizando justamente a população que mais precisa de apoio do Estado.
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Candidato do PT chegou ao local de votação acompanhado da primeira-dama Janja, do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), e dos ex-ministros Marina Silva, Simone Tebet e Fernando Haddad.
Candidato do PL chegou para votar ao lado da esposa Fernanda Bolsonaro, na Escola Municipal Barão Homem de Melo, em Vila Isabel, na zona norte do Rio de Janeiro.
A eleição de 2026 foi marcada por uma série de medidas judiciais contra informações falsas, especialmente publicações nas redes sociais.
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