Donald Trump, líder da Casa Branca, e Lula. Fotos: Casa Branca/Flickr e Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil. Arte: Portal de Prefeitura
A Casa Branca disse na quinta-feira, 17 de julho, que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, "não está tentando ser o imperador do mundo".
A declaração foi feita pela porta-voz do governo, Karoline Leavitt, em resposta às críticas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Em entrevista à CNN Internacional, Lula disse que Trump foi eleito para governar os Estados Unidos, e não para governar o mundo, ser o "imperador do mundo". Na mesma entrevista, Lula afirmou que o Brasil está disposto a negociar com os norte-americanos, mas que o país "não aceitará nada que lhe seja imposto".
Na Casa Branca, a porta-voz afirmou que Trump é um "presidente forte" e "líder do mundo livre".
Sobre as taxas de 50% impostas aos produtos brasileiros, ela respondeu que as regulações digitais, a ausência de proteção da propriedade intelectual e as regras ambientais brasileiras têm prejudicado empresas e o agronegócio dos Estados Unidos.
Na última terça-feira (15), os Estados Unidos iniciaram uma investigação sobre práticas comerciais do Brasil, que alegam ser "injustas", como o serviço de pagamento eletrônico (Pix).
A medida foi anunciada depois de o presidente Donald Trump ameaçar impor uma tarifa de 50% sobre as importações brasileiras a partir de 1º de agosto.
O Pix virou alvo de investigação comercial pelo governo de Donald Trump, sob o pretexto de que criaria desvantagem competitiva para empresas do setor financeiro, como bandeiras internacionais de cartão de crédito. Além do Pix, os Estados Unidos questionam o desmatamento, a corrupção e o tratamento dado a algumas big techs (grandes empresas de tecnologia).
O governo brasileiro montou um comitê, com representantes da indústria e demais setores econômicos, para buscar soluções e reverter a taxação.
O presidente Lula já afirmou que, se necessário, poderá recorrer à Lei de Reciprocidade, que autoriza o governo brasileiro a adotar medidas comerciais contra países que imponham barreiras unilaterais aos produtos do Brasil, ou seja, permitindo o Brasil a taxar de volta os produtos norte-americanos.
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Segundo um dos fundadores, o associação reúne atualmente cerca de 3 mil integrantes. O grupo acredita que essa base poderá contribuir no pleito deste ano.
A nova apuração tem como foco suspeitas de tráfico de influência envolvendo contratos firmados com a administração federal
Em nota divulgada à imprensa, Marco Aurélio disse que o pagamento foi um "empréstimo pessoal contraído e já quitado".
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