Relator do caso, o ministro Antonio Anastasia argumentou que os fatos apontados dizem respeito ao financiamento de campanha e que a análise e o julgamento sobre a regularidade é de competência da Justiça Eleitoral.
Entre os dados solicitados está a lista de todos os servidores que foram deslocados ao Rio de Janeiro entre os dias 1º e 18 de fevereiro de 2026.
Também foram analisados aspectos como estrutura de pessoal, sistemas de informação, normas internas aplicadas à análise dessas prestações de contas e controles sobre prazos prescricionais.
O edital também apresentou o resultado provisório da análise documental para candidatos com deficiência.
Ministério Público e Tribunal de Contas da União apontam possíveis irregularidades e uso político da instituição sob comando de Marcio Pochmann.
Os técnicos argumentaram que não identificaram evidência de ato relacionado à gestão de recursos públicos federais.
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