A decisão representa uma rara divergência em relação ao entendimento do ministro, relator das investigações sobre os ataques às sedes dos Três Poderes.
A medida do ministro do STF ocorre após relatório apontar indícios de prejuízos ao erário na execução de transferências especiais entre 2020 e 2024.
A nova apuração tem como foco suspeitas de tráfico de influência envolvendo contratos firmados com a administração federal
Por unanimidade, plenário entendeu restrição é inconstitucional e que a medida não vai causar transtorno fiscal.
O documento indica que senador e empresário conversaram por mais de cinco horas entre novembro de 2023 e maio de 2025.
A investigação é sobre um suposto esquema de fraudes envolvendo descontos em benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)
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