O ex-coach foi condenado à inelegibilidade em fevereiro de 2025 por vender apoio político na campanha de 2024, quando disputou cargo de prefeito de São Paulo.
Na sentença, o juiz enquadrou o caso no contexto de embate pré-eleitoral entre figuras públicas.
Condenação se refere a publicações da campanha em que Marçal associou Boulos ao uso de drogas e divulgou um laudo falso nas redes sociais.
Ao longo da campanha à Prefeitura de São Paulo, em 2024, o empresário chegou a ter atritos públicos com a família do ex-presidente, que oficialmente apoiava o prefeito Ricardo Nunes na disputa.
A aposta foi feita durante uma entrevista em que Marçal duvidou que o Partido Missão, do deputado federal, fosse oficializado antes de 2026.
A denúncia do MPE está relacionada a transmissões ao vivo e publicações feitas por Marçal em seu perfil na rede social Instagram.
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