Além do boletim de ocorrência, o ministério informou tambémm ter ingressado uma ação de reintegração de posse na Justiça.
05 de dezembro de 2024 às 09:59 - Atualizado às 10:22
Pastora Denise Seixas, viúva do fundador da Igreja Bola de Neve, Rinaldo Luiz de Seixas Pereira. Reprodução/Instagram
A Igreja Bola de Neve divulgou nesta quarta-feira (4) uma nota oficial em que acusa a pastora Denise Seixas de invadir a sede da igreja em São Paulo, causando tumulto e demitindo colaboradores sem autorização.
O episódio ocorreu na última sexta-feira (29 de novembro) e foi registrado em um boletim de ocorrência na Polícia Civil de São Paulo, segundo a instituição. De acordo com a nota, a pastora Denise renunciou ao cargo de vice-presidente em 27 de agosto de 2024, como parte de um acordo assinado por ela e seus advogados.
Após a morte do fundador da igreja, Apóstolo Rina, em novembro, uma assembleia foi realizada para eleger a nova direção, que aguarda o registro cartorial.
“Ao negar ou ignorar tais fatos, os advogados da pastora se equivocam”, afirma a nota.
A igreja relata que Denise, acompanhada de seus representantes, “invadiu a sede da igreja, causou tumulto e chegou até a ‘demitir’ e expulsar colaboradores do templo, como se tivessem poderes para tanto”.
Além do boletim de ocorrência, a Bola de Neve informou ter ingressado com uma ação de reintegração de posse na Justiça, pedindo providências legais contra as ações da pastora.
O caso intensifica a disputa judicial pelo controle da instituição religiosa, que começou após a morte de Rina. Denise Seixas alega que, como vice-presidente eleita por tempo indeterminado desde 2016, deveria ter assumido automaticamente a liderança.
A Igreja Bola de Neve reafirma que a pastora Denise Seixas renunciou ao cargo de vice-presidente em 27 de agosto de 2024, num acordo assinado por ela e seus advogados.
Após a morte do Apóstolo Rina, uma assembleia foi realizada no dia 18 de novembro para, de acordo com o estatuto da igreja, eleger a nova direção da Bola de Neve, processo que está em fase de registro cartorial. Ao negar ou ignorar tais fatos, os advogados da pastora se equivocam .
Para piorar a situação, na última sexta-feira (29 de novembro), a pastora e seus representantes invadiram a sede da igreja, causaram tumulto e chegaram até a “demitir” e expulsar colaboradores do templo, como se tivessem poderes para tanto. O fato e as devidas imagens da invasão constam de boletim de ocorrência registrado pela igreja na Polícia Civil de São Paulo.
A Bola de Neve igualmente ingressou com ação de reintegração de posse, na qual explica à Justiça a ilegalidade das ações e pede as providências cabíveis.
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