Funcionárias de creche no Recife cobram salários atrasados Foto: Rodolfo Loepert/PCR
Na manhã desta sexta-feira, 14 de fevereiro, funcionárias da creche Nossa Senhora de Aparecida, parceira da Prefeitura do Recife, protestaram contra o atraso no pagamento dos salários. (veja o vídeo abaixo)
A unidade, localizada no bairro do Cordeiro, tornou-se palco de manifestações marcadas por revolta e insatisfação.
Segundo as trabalhadoras, os vencimentos estão atrasados há meses e, até o momento, não receberam nenhuma previsão para o repasse.
"A gente cuida das crianças com todo carinho, mas quem cuida da gente? Ninguém! Tá difícil sustentar a casa desse jeito!", desabafou uma das funcionárias.
A creche, integrante do programa de parcerias da Prefeitura do Recife, tem a responsabilidade de repassar os valores recebidos e garantir boas condições de trabalho. Durante o protesto, também surgiram denúncias sobre a administração da unidade.
Imagens e relatos das funcionárias foram divulgados pelo perfil Torrões Ordinário nas redes sociais.
O site Portal de Prefeitura entrou em contato com a gestão municipal, que se manifestou por meio de nota:
A Secretaria de Educação do Recife esclarece que todos os repasses para a unidade de ensino estão em dia. Caso ocorra atraso no pagamento dos profissionais, a unidade será notificada para regularizar a situação. A pasta ressalta, por fim, que o pagamento dos gestores, professores e demais colaboradores é de responsabilidade das creches parceiras.
A presidente do Sindicato dos Guardas Municipais do Recife (Sindguardas Recife), Marília Viana, denunciou na última quarta-feira (12) a falta de recursos adequados para os servidores da categoria. Segundo ela, a deficiência de equipamentos e a ausência de treinamento colocam os agentes em risco durante as operações.
"Não só a arma de fogo, mas também outros equipamentos, como a Spark ou a Taser, que são armas de choque, e espargidores, não são fornecidos aos servidores. Além disso, há equipamentos no comando da Guarda que continuam guardados porque os agentes não recebem treinamento para utilizá-los", afirmou.
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De acordo com a PMPE, a prisão ocorreu na BR-101, na altura do quilômetro 74. A abordagem foi realizada por policiais do 11º Batalhão da Polícia Militar.
No documento, o bloco afirmou que já ingressou com um Mandato de Segurança na Justiça para assegurar o direito de instaurar a comissão.
Segundo relatos das vítimas, o problema teve início quando o elevador parou no 9º andar. Ao tentar subir para o 11º, o equipamento teria perdido força.
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