Protesto de servidores públicos do Recife. (Foto: João Carlos Mazella / AgenciaJCMazella)
Sindicato dos Servidores Públicos do Recife (Sindsepre) convocou uma Assembleia Geral para frente à Câmara Municipal do Recife nesta quarta-feira, 1° de abril, para protestar contra a aprovação do projeto de lei de reajuste salarial apresentado pelo prefeito João Campos (PSB). A ação está marcada para ocorrer a partir das 9h.
Logo após as tratativas na Assembleia Geralda categoria, realizada na Casa de José Mariano, com o prefeito João Campos (PSB) falharem, a entidade deflagrou a greve ainda na manhã desta terça-feira, 31 de março. O comunicado foi publicado nas redes sociais.
O sindicato também discutiu a falta de auxiliares de desenvolvimento infantil, chamados de ADI's, em sala de aula. O Sindsepre cobra, da gestão do prefeito, o cumprimento da Lei nº 15.326/26 que passou a valer este ano e considerar os ADI's como professor de educação infantil, profissional do magistério. Os servidores também se organizam para discutir a campanha salarial deste ano.
Os sindicalistas então iniciaram um protesto em frente da Câmara Municipal, na rua Princesa Isabel, localizada no centro da capital pernambucana, bloqueando o trânsito com queima de pneus na localidade.
O presidente do Sindicato dos Servidores Públicos do Recife (Sindsepre), Osmar Ricardo, comunicou, na última sexta-feira, 27 de março, que a categoria aprovou a greve após a realização de uma assembleia. Em suas falas, ele diz que os servidores e servidoras receberam "silêncio e espera, enquanto tentavam construir um caminho de negociação com a gestão João Campos (PSB).
"Hoje, em assembleia, os servidores e servidoras do Recife tomaram uma decisão difícil: aprovar a greve. Foram dias de diálogo, paciência e esforço para construir um caminho de negociação. Mas, do outro lado, o que recebemos foi silêncio e espera", disse Osmar.
O líder da categoria alegou ainda que quem cuida da cidade também precisa ser cuidado. Como é o caso de pais, mães, trabalhadores que fazem o serviço público acontecer todos os dias e que foi com dor, que chegaram ao limite no dia de hoje.
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A gestora foi recebida por estudantes e profissionais da rede estadual no Centro de Convenções, em Olinda, e visitou os estandes da feira.
O texto prevê que bancos, fintechs e instituições de pagamento respondam quando não adotarem mecanismos eficazes de prevenção, detecção e bloqueio de transações suspeitas
A matéria foi rejeitada sob relatoria do presidente da comissão, Rinaldo Júnior, do PSB. Ao defender o mérito da proposta, o vereador destacou o papel das páginas locais na cobertura cotidiana.
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