Na fala, o vereador citou que os profissionais estão sendo encaminhados aos escritórios e induzidos a assinar termos prevendo o pagamento de 20% do valor a que têm direito.
Vereador Eduardo Moura. (Foto: Divulgação)
Durante a sessão plenária desta segunda-feira, 15 de dezembro, na Câmara Municipal do Recife, o vereador Eduardo Moura (NOVO) subiu à tribuna no pequeno expediente e fez pronunciamento sobre o pagamento dos precatórios do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (FUNDEF) destinados aos professores da rede municipal.
Moura afirmou que o SIMPERE tem indicado que professores procurem dois escritórios de advocacia particulares, contratados pelo próprio sindicato, para resolver o pagamento dos precatórios. Algo que deveria ser de responsabilidade da Prefeitura do Recife.
Na fala do líder do NOVO na câmara, ele citou que os profissionais estão sendo encaminhados aos escritórios e induzidos a assinar termos prevendo o pagamento de 20% do valor a que têm direito.
“Isso fere uma decisão do próprio STF. A obrigação para fazer isso era da prefeitura. Eu achei estranho porque o sindicato contratou dois escritórios, e uma das pessoas do escritório é um cara chamado Josualdo Campos, por coincidência, esposo da deputada estadual, Dani Portela. Do mesmo lado e partido do pessoal do SIMPERE. Veja mesmo que coincidência”, questionou o parlamentar.
Durante o pronunciamento, Eduardo Moura voltou a criticar a venda antecipada dos precatórios dos professores para o Banco Itaú com desconto de R$ 124 milhões.
Ele exibiu documentos, entre eles, um termo de cooperação técnica com o sindicato dos professores municipais, uma procuração colocando Jesualdo Campos
Advogados Associados como responsável pela questão dos precatórios e o chamado termo de adesão de rateio. Ao citar o conteúdo, Moura destacou um dos trechos:
“Comprometo-me a cumprir com minhas obrigações ao pagamento de 20% do valor recebido individualmente por mim. Tá aqui a falcatrua. É assim que essa galera que defendem vocês, professores, age. Recebendo vantagem por debaixo dos panos. É usando a categoria; sindicato nenhum presta”, concluiu.
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Com a decisão, será formada agora uma subcomissão responsável por conduzir as próximas etapas do processo disciplinar, incluindo a apuração detalhada dos fatos.
Segundo informações, os colegiais foram abordados por dois homens em uma motocicleta. Quando o mentor, de 42 anos, percebeu a ação e tentou atropelar os suspeitos.
De acordo com as investigações, ela relatou que teria sido mantida em uma área de vegetação por várias horas, junto com o marido, sofrendo tortura.
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