Protesto no Recife. Foto: Reprodução/ Redes Sociais
Sindicatos que representam as autoescolas de Pernambuco realizam na manhã desta quinta-feira, 23 de outubro, no Recife, um protesto contra a decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de acabar com a obrigatoriedade dos cursos em autoescolas para a obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) (assista o vídeo abaixo).
O ato é organizado pelo Sindicato dos Centros de Formação de Condutores de Pernambuco (SindCFC-PE) e pelo Sindicato dos Trabalhadores, Diretores e Instrutores de Autoescolas e Centros de Formação de Condutores do Estado (Sintrainstru-PE).
O objetivo, afirmam, é alertar a sociedade e as autoridades públicas sobre os impactos sociais e econômicos da proposta do governo federal.
Os manifestantes estão reunidos em frente à Fábrica Tacaruna, de onde os participantes seguirão em caminhada pela Avenida Agamenon Magalhães, passando pelo Viaduto Joana Bezerra e Polo Pina, retornando até o Bompreço Parque Amorim.
Segundo os organizadores, o trajeto vai seguir pela Rua da Soledade e Avenida Conde da Boa Vista, com encerramento previsto às 13h, nas imediações da Praça da República, em frente à Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe).
O deputado federal Coronel Meira (PL-PE) tem se destacado como principal voz contrária à proposta do governo federal que pretende acabar com a obrigatoriedade das autoescolas para a obtenção da CNH.
Em discurso na Câmara dos Deputados, ele classificou a medida como um verdadeiro “crime contra a segurança no trânsito” e vem mobilizando parlamentares para barrar a mudança.
“Estamos falando de um trabalho que salva vidas. Retirar a obrigatoriedade das autoescolas é desqualificar a formação dos motoristas e abrir espaço para um ensino precarizado”, afirmou o deputado. Ele destacou que a formação atual, com aulas presenciais e veículos com duplo comando, é fundamental para preparar motoristas conscientes e capacitados.
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No documento, o bloco afirmou que já ingressou com um Mandato de Segurança na Justiça para assegurar o direito de instaurar a comissão.
Segundo relatos das vítimas, o problema teve início quando o elevador parou no 9º andar. Ao tentar subir para o 11º, o equipamento teria perdido força.
Maioria dos vereadores rejeitaram recursos de Paulo Muniz (PL) e Thiago Medina (PL), para investigar o prefeito João Campos (PSB).
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