Durante a fiscalização, os agentes encontraram diversos produtos sujeitos a controle especial sendo oferecidos sem a autorização exigida pelos órgãos competentes.
21 de julho de 2026 às 13:21 - Atualizado às 14:38
Polícia Civil prende suspeito de venda ilegal de medicamentos controlados no Recife. Foto: Divulgação/PCPE
Um homem foi preso em flagrante na segunda-feira, 20 de julho, por suspeita de comercializar medicamentos de uso controlado de forma irregular na Zona Oeste do Recife. A ação foi realizada por equipes da Polícia Civil de Pernambuco (PCPE) durante uma operação conduzida pela Delegacia da Várzea.
Segundo a corporação, a investigação levou os policiais até um estabelecimento comercial onde funcionaria a venda clandestina dos medicamentos. Durante a fiscalização, os agentes encontraram diversos produtos sujeitos a controle especial sendo oferecidos sem a autorização exigida pelos órgãos competentes.

Todo o material foi apreendido e encaminhado para a delegacia, onde também foi apresentado o suspeito. Após os procedimentos de praxe, foi lavrado o auto de prisão em flagrante.
O homem passou por audiência de custódia e permanece à disposição da Justiça. O caso segue sendo investigado para apurar a origem dos medicamentos e verificar se há outras pessoas envolvidas no esquema de comercialização irregular.
A Polícia Civil alerta que a venda de medicamentos controlados sem autorização representa risco à saúde pública, uma vez que esses produtos exigem controle rigoroso, prescrição médica e fiscalização para evitar o uso inadequado e possíveis danos aos consumidores.
A Polícia Federal realizou, nesta quarta-feira, 17 de junho, uma operação para desarticular um esquema suspeito de importar e distribuir medicamentos proibidos no Brasil.
A investigação aponta que os produtos entravam ilegalmente no país pela fronteira com o Paraguai e eram revendidos em estados do Nordeste por meio de uma estrutura usada também para ocultar a origem dos recursos obtidos com as vendas.
De acordo com a PF, a rede criminosa mantinha um sistema de distribuição que abastecia cidades como Recife, João Pessoa e Maceió. Os medicamentos comercializados não possuíam autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ou tinham circulação proibida em território nacional.
Durante a ação, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão expedidos pela Justiça Federal da 5ª Região. As ordens judiciais foram executadas em Recife e Bom Conselho, em Pernambuco, além de Foz do Iguaçu, no Paraná.
Os agentes também apreenderam três veículos que poderão auxiliar no avanço das investigações.
Segundo a Polícia Federal, os envolvidos poderão responder por crimes relacionados à importação irregular e comercialização de medicamentos sem registro sanitário, contrabando, associação criminosa e lavagem de dinheiro.
As apurações continuam e novas diligências não estão descartadas. Os investigadores buscam identificar outros integrantes do esquema e dimensionar o alcance da distribuição dos produtos no mercado clandestino.
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Prefeitura e defesa apresentam versões diferentes sobre o atendimento às vítimas, enquanto o caso segue sob investigação e acompanhamento da rede de proteção.
Segundo a Polícia Militar, as pessoas envolvidas teriam utilizado redes sociais para combinar encontros com o objetivo de promover brigas e confrontos em via pública.
O episódio que levou à investigação aconteceu em 5 de julho. Segundo a Polícia Civil, a criança teria sido agredida pelo pai após não dar "bom dia".
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