Conforme a Polícia Civil, foi lavrado o Auto de Prisão em Flagrante, e o homem foi encaminhado para audiência de custódia, permanecendo à disposição da Justiça.
21 de julho de 2026 às 12:42 - Atualizado às 12:47
Homem suspeito de comercializar medicamentos de uso controlado sem a autorização exigida pela legislação. Fotos: Divulgação/PCPE
A Polícia Civil de Pernambuco prendeu em flagrante, nesta segunda-feira, 20 de julho, um homem suspeito de comercializar medicamentos de uso controlado sem a autorização exigida pela legislação. A ação foi realizada por equipes da Delegacia da Várzea, na Zona Oeste do Recife, durante uma operação coordenada pela delegada Patrícia Domingos.
Segundo a Polícia Civil, a prisão ocorreu após diligências que identificaram a venda irregular dos medicamentos em um estabelecimento comercial localizado na área de atuação da delegacia.
Durante a abordagem, os policiais apreenderam diversos medicamentos de uso controlado que, de acordo com a corporação, estavam sendo comercializados de forma irregular.
Após a constatação da irregularidade, o suspeito recebeu voz de prisão em flagrante e foi conduzido à Delegacia da Várzea. Os medicamentos apreendidos também foram levados para a unidade policial, onde foram adotados os procedimentos legais.
Conforme a Polícia Civil, foi lavrado o Auto de Prisão em Flagrante, e o homem foi encaminhado para audiência de custódia, permanecendo à disposição da Justiça. A corporação não informou a identidade do suspeito nem a quantidade ou os tipos de medicamentos apreendidos durante a operação.
Em nota, a Polícia Civil de Pernambuco destacou que a venda irregular de medicamentos representa riscos à saúde pública, principalmente quando envolve produtos sujeitos a controle especial.
Segundo a corporação, esse tipo de medicamento depende de autorização específica para comercialização e está sujeito à fiscalização dos órgãos competentes. A venda sem cumprir as exigências legais pode colocar consumidores em risco e comprometer o controle sobre esses produtos.
A Polícia Civil informou que continuará realizando ações de fiscalização e investigação para combater a comercialização irregular de medicamentos e outros crimes relacionados à saúde pública.
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