Anvisa impede venda e divulgação de dois medicamentos à base de cannabis Foto: Reprodução
A Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta segunda-feira, 11 de maio, a suspensão imediata da venda e da divulgação dos medicamentos à base de cannabis Allandiol Forte Black 1:1 e Allandiol Full Spectrum 300mg, ambos produzidos pelo Instituto Alma Viva Ltda.
Segundo a entidade, os produtos das marcas Biocase e Allandiol não possuem registro nem autorização sanitária para comercialização no país, mesmo estando em circulação no mercado.
Além disso, a empresa responsável pelos produtos não possui a Autorização de Funcionamento de Empresa (AFE), documento obrigatório emitido pela Anvisa para a fabricação e comercialização de medicamentos.
As irregularidades foram identificadas no perfil oficial da empresa no Instagram e também em seu site, onde os medicamentos eram divulgados com promessas de benefícios terapêuticos sem aprovação da agência reguladora.
Na mesma determinação, a Anvisa também proibiu a comercialização, distribuição e uso do antibiótico Kefazol — 1g para solução injetável (CT FA VD Trans x 10ml). A decisão vale tanto para a empresa fabricante quanto para terceiros envolvidos na distribuição dos produtos.
Segundo a agência, a suspensão ocorreu após a identificação de um desvio de qualidade relacionado a falhas no processo de embalagem do medicamento. A medida afeta os lotes 11626C, 111750C e 112056C, após o fabricante anunciar o recolhimento voluntário do produto.
Medicamentos à base de cannabis são feitos a partir de compostos da planta Cannabis sativa, principalmente o canabidiol (CBD) e, em alguns casos, o tetrahidrocanabinol (THC). Eles não têm efeito recreativo como a maconha usada de forma ilícita; são produzidos com controle de dosagem e uso medicinal.
Em geral, esses medicamentos são utilizados (quando autorizados e prescritos) para ajudar no tratamento de algumas condições específicas, como:
No Brasil, o uso desses medicamentos é regulado pela Anvisa, e só pode ocorrer com prescrição médica e produtos autorizados ou importados de forma controlada. Mesmo assim, a eficácia varia conforme a condição tratada, e não são considerados tratamentos de primeira linha na maioria dos casos.
3
08:04, 22 Set
25
°c
Fonte: OpenWeather
Segundo a Defesa Civil, os alagamentos costeiros foram provocados pelo tsunami metereológico, associado a alterações bruscas na pressão atmosférica e à atuação de ventos intensos.
FAB e bombeiros realizam buscas pela aeronave, que segundo as informações divulgadas pelas equipes de resgate, saiu de Porto Belo e seguia para São Joaquim, em Santa Catarina.
O material foi encaminhado para análise de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
mais notícias
+