Os itens são fabricados por empresa desconhecida e não possuem registro, notificação ou cadastro na agência reguladora.
De acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 1,9 mil pacientes devem ser atendidos com os remédios podem custar até R$ 643 mil por ano na rede privada.
Nova divisão de responsabilidades entre União e estados prepara mudanças na assistência prestada a milhares de pacientes.
Os medicamentos injetáveis aprovados foram registrados por comparação com o produto biológico Ozempic e têm como princípio ativo a semaglutida obtida por via sintética.
Segundo a agência, o processo de avaliação inclui a realização de estudos clínicos, a análise de documentação e a inspeção da linha estéril de produção.
Durante a fiscalização, os agentes encontraram diversos produtos sujeitos a controle especial sendo oferecidos sem a autorização exigida pelos órgãos competentes.
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