Sua trajetória também foi marcada pela atuação em defesa da cultura, da educação e de pautas sociais. Na política, presidia o Diretório Municipal do PT em Areia.
21 de julho de 2026 às 13:42 - Atualizado às 13:44
Historiadora, professora universitária e presidente do Diretório Municipal do Partido dos Trabalhadores (PT) em Areia, Tays Melo. Foto: Divulgação/Redes sociais
A historiadora, professora universitária e presidente do Diretório Municipal do Partido dos Trabalhadores (PT) em Areia, Tays Melo, foi encontrada morta nesta segunda-feira, 20 de julho, em sua residência, no município de Areia, no Brejo paraibano. As circunstâncias da morte estão sendo investigadas pelas autoridades.
Até o momento, não foram divulgadas informações oficiais sobre a causa da morte. Os órgãos responsáveis pelo caso também não informaram detalhes sobre o andamento da investigação. A confirmação da morte provocou manifestações de pesar entre lideranças políticas, integrantes de movimentos sociais, colegas da comunidade acadêmica e pessoas próximas à professora.
Tays Melo era graduada em História pela Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) e cursava doutorado em Sociologia na Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Além da atuação acadêmica, desenvolvia trabalhos como agente cultural, escritora e poeta.
Sua trajetória também foi marcada pela atuação em defesa da cultura, da educação e de pautas sociais. Na política, presidia o Diretório Municipal do PT em Areia. Também integrava o Coletivo Estadual de Mulheres do partido na Paraíba e exercia a função de secretária de Mulheres da legenda. Em 2024, disputou uma vaga na Câmara Municipal de Areia.
Até a publicação desta matéria, as autoridades não haviam informado as circunstâncias em que Tays Melo foi encontrada nem a possível causa da morte.
O caso segue sob investigação, e novas informações deverão ser divulgadas pelos órgãos responsáveis conforme o avanço das apurações.
A morte da professora e dirigente partidária gerou homenagens de representantes políticos, militantes, integrantes de movimentos sociais e membros da comunidade acadêmica, que lamentaram sua partida e destacaram sua atuação nas áreas da educação, cultura e participação política.
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