A unidade especializada treina e emprega cães policiais em operações de detecção de drogas, varredura de explosivos, apoio a ações prisionais e atuação em grandes eventos.
14 de abril de 2026 às 19:28 - Atualizado às 21:28
Major Giselle Campelo, comandante da Companhia Independente de Policiamento com Cães (CIPCães). Foto: SDS-PE
A Polícia Militar de Pernambuco (PMPE) registrou um marco na estrutura operacional com a nomeação da major Giselle Campelo como comandante da Companhia Independente de Policiamento com Cães (CIPCães). É a primeira vez que uma mulher assume a chefia da unidade especializada.
A CIPCães é responsável pelo treinamento e emprego de cães policiais em diferentes frentes da segurança pública, incluindo operações de detecção de drogas, varredura de explosivos, apoio a ações prisionais e atuação em grandes eventos.
Com 19 anos de atuação na corporação, a oficial ingressou ainda jovem na carreira militar e construiu trajetória em diferentes áreas. Tornou-se aspirante em 2009 e iniciou a atividade operacional no 13º Batalhão, onde teve os primeiros contatos com o policiamento ostensivo.
A relação com a cinotecnia começou em 2011, após participação em curso de especialização que resultou em sua transferência para o canil da PMPE. A experiência na área influenciou sua formação acadêmica, levando-a a cursar medicina veterinária, o que ampliou sua atuação técnica dentro da unidade.
Ao longo da carreira, também passou pela Secretaria de Defesa Social, na área jurídica, e integrou o Batalhão de Choque (BPChoque), onde permaneceu até 2022. Durante esse período, participou de cursos de qualificação em operações de choque e segurança de autoridades.
A Companhia Independente de Policiamento com Cães é considerada uma unidade de alta especialização dentro da PMPE, exigindo treinamento contínuo e integração entre policiais e animais. O trabalho envolve atividades preventivas e operacionais, com atuação em diferentes cenários de segurança.
A nomeação de uma mulher para o comando da unidade reforça a ampliação da participação feminina em funções estratégicas dentro da corporação, especialmente em áreas operacionais historicamente ocupadas por homens.
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