PMPE no bairro de Cavaleiro. Fotos: Reprodução. Arte: Portal de Prefeitura
Após o presidente do Sindicato dos Metroviários de Pernambuco (Sindmetro-PE), Luiz Soares, ser detido na manhã desta segunda-feira, 3 de novembro, depois o início da deflagração da greve pela categoria, o Portal de Prefeitura pediu uma nota para a Polícia Militar (PMPE).
Segundo a corporação, uma equipe do 25º Batalhão foi acionada para garantir a passagem dos trabalhadores que não aderiram à greve e queriam entrar no Centro de Manutenção da CBTU, em Cavaleiro. Durante a ação, ainda de acordo com a PMPE, o líder sindical chegou a ser conduzido à viatura e, na sequencia, liberado, pois nenhum funcionário manifestou interesse em representar o ocorrido junto à autoridade policial.
Veja nota completa
"A Polícia Militar de Pernambuco, por meio do 25º Batalhão, foi acionada para garantir a passagem dos trabalhadores que não aderiram à greve e queriam entrar no Centro de Manutenção da CBTU, em Cavaleiro. Na operação, o líder sindical chegou a ser conduzido à viatura e, na sequencia, liberado, pois nenhum funcionário manifestou interesse em representar o ocorrido junto à autoridade policial. A Corporação ressalta que as tratativas da ocorrência seguem relacionadas ao possível desbloqueio e à garantia de acesso aos locais de trabalho aos funcionários que desejem não aderir ao movimento grevista e continuar exercendo suas funções".
Pela manhã, o sindicato alegou que a prisão seria um ato de abuso e autoritarismo.
"Essa prisão é um ato de abuso e autoritarismo, um ataque direto à liberdade sindical e ao direito constitucional de greve. Criminalizar a organização dos trabalhadores é um retrocesso inaceitável e um atentado à democracia. A greve foi decidida de forma coletiva pelos metroviários e metroviárias na noite do último dia 30 de outubro de 2025, diante do abandono do Governo Federal e da falta de condições mínimas de segurança no sistema metroviário", diz a nota do sindicato.
A paralisação aconteceu após um trem pegar fogo no dia 25 de outubro.
"Esse fato gravíssimo não pode ser tratado como uma fatalidade. É o resultado direto da falta de investimentos e do descaso com o transporte público", afirma o posicionamento.
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Thales Machado era genro do gestor municipal, Dione Araújo (UB), e escreveu, na noite da quarta-feira (11), uma carta aberta nas redes sociais.
As vendas de produtos eletrônicos eram feitas pela plataforma principal, mas os pagamentos eram redirecionados para empresas de fachada.
Juliana, de 27 anos, começou a passar mal rapidamente, com problemas respiratórios. Ela foi levada ao hospital, mas sofreu uma parada cardíaca e morreu.
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