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INMET emite alerta de chuvas fortes para Pernambuco até a próxima terça (20)

O órgão prevê acumulados que podem ultrapassar 60 mm por hora ou 100 mm ao longo do dia nas áreas mais afetadas pelo alerta laranja.

Everthon Santos

18 de maio de 2025 às 08:38   - Atualizado às 08:55

Chuva em Pernambuco.

Chuva em Pernambuco. Foto: Divulgação

O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) emitiu um novo alerta de chuvas para Pernambuco, com validade entre a meia-noite deste domingo, 18 de maio e as 10h da manhã da próxima terça-feira (20). As informações foram divulgadas primeiramente pelo blog Recie Clima.

O aviso laranja, que indica perigo, atinge parte da Mata Sul do estado. Já o restante da Zona da Mata e a Região Metropolitana do Recife entram em alerta amarelo, de perigo potencial.

O comunicado reforça a previsão de chuvas intensas durante o início da semana. O INMET prevê acumulados que podem ultrapassar 60 mm por hora ou 100 mm ao longo do dia nas áreas mais afetadas pelo alerta laranja.

Nessas regiões, o risco de alagamentos, deslizamentos de encostas e transbordamento de rios e canais aumenta consideravelmente.

Volta do horário de verão

Durante reunião do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico, realizada na última quarta-feira, 14 de maio, o diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Márcio Rea, recomendou a retomada do horário de verão ainda em 2025. A medida, segundo ele, seria necessária diante do risco de colapso energético no país.

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O horário de verão foi abolido em 2019, após quase 90 anos de vigência, e tinha como objetivo principal o aproveitamento da luz natural para reduzir o consumo de energia elétrica em horários de pico.

A proposta de retomada agora se justifica pelo aumento do consumo entre 18h e 19h, período em que as fontes de energia solar perdem eficiência.

De acordo com Rea, o Brasil enfrenta um período de estiagem, com significativa redução das chuvas nos últimos meses, o que tem pressionado os níveis dos reservatórios, especialmente no Sul do país.

Entre as medidas emergenciais propostas pelo ONS estão a ativação de usinas térmicas e a antecipação do fornecimento de energia por termoelétricas.

O diretor destacou que a decisão final sobre o retorno do horário de verão é política e depende de avaliação do Ministério de Minas e Energia e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O debate sobre a medida já havia sido reacendido em 2023, após o Brasil registrar a maior seca em sete décadas.

Outro fator que pressiona pela adoção do horário de verão é o cancelamento do leilão de reserva de capacidade, que estava previsto para junho.

Sem o leilão, que garantiria o contrato de disponibilidade de termelétricas para geração a partir de setembro, o risco de apagões por sobrecarga no sistema pode crescer nos próximos anos.

Criado em 1931 pelo então presidente Getúlio Vargas, o horário de verão visava originalmente gerar economia ao erário público com o uso reduzido de luz artificial.

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